Presente de Natal. Você daria um assim...

Fim de ano é sempre hora de se preocupar com os presentes de Natal, amigo oculto, aniversários de quem também festeja em dezembro... Haja criatividade para pensar lembranças diferentes das dos últimos anos, que tenha a cara de quem vai receber mas que também remeta a um pouquinho de quem eu sou - para o presenteado sempre se lembrar de quem se lembrou dele naquele momento.

Por isso, para mim é uma incógnita descobrir como uma marca de papel higiênico portuguesa conseguiu transformar esse item tão utilitário em objeto de desejo - e de design. O segredo, segundo estudos acadêmicos - sim, virou business case - são as cores fortes e berrantes. O papel higiênico colorido já está em mais de 50 países, ao custo de cerca de R$ 20 cada três rolos. O maior sucesso é a versão pretinha.



O produto virou tema do Mundo S/A, da GloboNews, que pode ser visto aqui.

Questão de tempo

Segundo a Folha, o investimento em publicidade nos veículos de comunicação aumentou 20,6% neste ano.
A Internet foi a mídia que mais cresceu no Brasil, mais de 5 vezes o crescimento do jornal. No total de investimentos, ela ainda continua atrás da televisão, do jornal e da revista. Mas nos EUA, neste ano, a Internet já deve receber mais investimentos que o jornal.

Go, go, go...

O nosso movimento em direção à mobilidade. Um belo vídeo da MobilieFuture sobre o consumo digital em 2010.



(via @criscorrea)

Retrospectiva 2010

Sei que ainda está cedo para fazer uma retrospectiva do ano. Faltam 17 dias e muita coisa ainda pode acontecer. Mas o vídeo abaixo já cumpre seu papel de forma criativa, bela e emocionante. Como deve ser um balanço.


Mestre Yoda

"Se você perder dólares da empresa por uma decisão ruim, eu entenderei. Mas, se você perder a reputação de uma empresa, eu serei impiedoso." Warren Buffett  (via Revista Exame)

É isso aí

"Empresário é aquele que faz tudo o que não é proibido.
Governante é aquele que só faz o que é permitido."

Márcio Lacerda, prefeito de BH, em entrevista hoje à Rede Record Minas.

Qual é o problema afinal?

O modelo do mercado publicitário, há algum tempo, está em xeque. Todos já percebemos alterações gradativas no setor, principalmente com relação à remuneração e ao aumento do poder de barganha dos clientes sobre as agências. Debates estão sendo realizados e vários modelos estão sendo testados no setor, mas sem uma boa convicção do melhor caminho a seguir.


Ouvi de um excelente diretor de criação que o problema do mercado seria que, em Minas, temos clientes de mais e anunciantes de menos. Na minha opinião, embora a essência da frase esteja correta, há um equivoco. Também percebo que, hoje, a maioria das empresas que contratam os serviços de uma agência de publicidade demanda mais outros tipos de serviços do que anúncios. E que a bonificação sobre a veiculação de anúncios ainda é a principal fonte de recursos de uma agência. Aí que está o problema.


Nossos clientes não precisam ser anunciantes. Eles buscam melhorar suas imagems de marca para aumentar suas receitas. E, para isso, as empresas precisam entrar e manter contato com as pessoas. Seja por uma comunicação feita por meio de anúncios ou não. Portanto, para mim, o fato é que temos clientes de mais e faturamento de menos.

Tão fácil e tão difícil

"Nosso negócio não está em manter as companhias de mídia, mas sim em se conectar com o consumidor."
Lars Bastholm, da Ogilvy de Nova York (via Exame)

That's my job

Um belo vídeo criado pela Leo Burnett de Toronto, para 2010 Advertising & Design Club of Canada Awards, que traduz muito bem a dualidade do universo publicitário.



(Via Júlio)

Tochas olímpicas

A sede das próximas Olimpíadas não sai do noticiário. E não é por causa da chama olímpica, e sim, por outras chamas. Foram 14 veículos incendiados apenas ontem.

O limite entre uma ação criminosa coordenada e uma guerra civil me parece cada vez mais estreito. E, esses acontecimentos nos mostra que há muito, mas muito, a se fazer de básico para garantir o mínimo de qualidade de vida para as pessoas.


Diante de cenas como esta aí acima, uma Olimpíada se torna um evento sem a menor importância.

Sentada, só em casa

A proposta é boa - resolveria um dos grandes problemas da parte feminina da humanidade -, mas é muito, muito estranho mesmo.

Mas se alguém se interessar em usar, me conte depois. Pode ser comprado no oigirl (que, por sinal, é o nome do dispositivo).

Pra quem não entendeu, ele serve para ajudar mulheres a fazer xixi em pé.

Cabe na bolsa e é reutilizável.

A regra é clara Arnaldo?

Atualmente, estamos sendo severamente marcados pela turma do politicamente correto. Na dúvida, a arbitragem levanta a bandeira e marca impedimento.

A Paris Hilton em um comercial de cerveja cujo o nome é Devassa não vale (veja aqui). Mesmo que esse comercial não mostre nada de mais. Está impedido. Afinal, uma coisa dessas deve ser contra a moral e os bons costumes, sejam lá quem eles for. Textos consagrados de Monteiro Lobato, escritos em uma época de valores diferentes dos atuais, não pode mais entrar na área da educação pública (tema abordado na pastelaria ao lado e na Veja) . É penalti. Será que esse também vai ser convertido?

E esse esquema do não-me-toques do politicamente correto não está em campo só no Brasil. O Reino Unido também tem os seus impedimentos duvidosos. Bastaram 14 reclamações para restringir o horário de exibição de um comercial de perfume (via Exame). O filme é sensual, sem dúvida, mas nada muito diferente dos clipes da Beyoncé, protagonista do comercial. Na realidade, essa restrição não deve afetar em nada a estratégia de comunicação da empresa mas já é um aviso: o próximo pode receber cartão vermelho.

Você conhece bem o Japão?

Um vídeo despretencioso sobre o Japão que virou hit na internet e rendeu notoriedade ao adolescente que o fez. Foram 3 anos de pesquisa e desenvolvimento até o trabalho ficar pronto - uma maneira inusitada e diferente e entender e explicar seu país de origem.


Forever Young

Um excelente vídeo, resultado de um trabalho de 5 anos, da BOX1824 para entender o comportamento de um importante grupo de consumidores. (via@criscorrea)


We All Want to Be Young (leg) from box1824 on Vimeo.



Parabéns

Em um aniversário, não pode faltar cerveja. Principalmente na comemoração dos 190 anos de uma das principais cervejas da América Latina.



Um filme, no mínimo corajoso, que mostra as principais cervejas do mundo (com ênfase para as cervejas produzidas pelo mesmo grupo da Quilmes, é claro) criado pela Young & Rubicam da Argentina.

Liso, liso

Inovar é um desafio diário e a Loducca conseguiu atingir este objetivo de uma maneira primorosa.

Com a situação precária da maioria das rodovias brasileiras, só vendo para crer na  boa qualidade do asfalto da Rodovia dos Bandeirantes, administrada pela CCR. E a agência resolveu bem o dilema de atestar a qualidade da Rodovia com um anúncio veiculado na Revista Exame.


Todo o processo, desde da criação até a veiculação, durou 60 dias e algumas toneladas de asfalto. Uma ideia de peso que vale a pena acompanhar de perto o seu percurso. (via adnews)

Sempre, Coca Cola

Dizem por aí que, o que realmente importa, é o conteúdo. Não é bem assim. Tudo conta, nada pode ser negligenciado, cada detalhe é  importante. Conscientemente, podemos até afirmar que tomamos nossas decisões de consumo pela razão. Mas, lá no fundo, há um impulso que não dá para explicar. Uma vontade que não se traduz em palavras.

Para mim, bastou ver a criação do designer francês Jerome Olivet para a mítica garrafa da Coca (via Exame) para imaginar o som do gás sair ao abrir a tampa. 


Saúde.

Doce Halloween



Halloween está aí e, na onda dos cupcakes diferenciados (falei aqui dos "de macho"), uma confeiteira britânica resolveu revelar o lado dark dos bolinhos lançando o livro A Zoobie ate my cupcake. Bastou soltar a imaginação macabra e o resultado, pra mim, fica entre o desejo de experimentar e o asco do sangrento....


Dez libras na Amazon.








O mesmo mas, diferente

Na publicidade, há assuntos que são recorrentes. Todo ano tem Natal, feirão, dia de-não-sei-mais-o-quê entre outros assuntos que necessariamente estarão na pauta da criação. E fazer um anúncio para esses temas recorrentes que se sobressaia ao que já foi feito é um eterno desafio.

Que alguns conseguem cumprir com louvor.


(via Júlio)

Mc dia feliz até que a morte os separem

Mc Donald's é conhecido em todo mundo pela agilidade em servir seus haburgueres e batatas fritas mas, a partir do próximo ano, também será conhecido por fazer recepções para casamentos em Hong Kong (Via UOL).

O "McCasamento" será oferecido a principio em três lanchonetes locais. A união dos noivos será real mas a tradicão do casamento chinês será levemente adaptada. Ao invés de cerejas para os recém-casasdos se beijarem, serão oferecidas batatas fritas. Pode parecer estranho o combo casamento com hamburgers, mas parece que a rede de lanchonetes vê apromoção como uma boa oportunidade de negócios. O casamento tradicional é muito dispendioso no país e a rede de lanchonetes vinha recebendo pedidos para que algumas cerimônias fossem realizadas no local. Em média, uma cerimônia de casamento em Hong Kong tem 1.200 convidados. Nada como juntar a fome com a vontade de vender.

Idade interior

Ok. Sua carteira de identidade diz que vc tem X anos de vida. Mas você se sente com a idade do seu RG? Para descobrir qual sua idade interior, a Unimed Rio desenvolveu um aplicativo muito legal que faz as contas para você, considerando seus hábitos alimentares, saúde atual e pregressa e (ops) estilo de vida (aí o bicho pega!).

Pra minha felicidade, estou 2 anos mais nova do que diz minha certidão de nascimento. Já o Eduardo... bom, casei-me com alguém bem mais velho do que eu.

E aí, vai encarar a verdade? É só clicar aqui. E se a coragem permitir, o site permite divulgar o resultado no twitter, facebook etc e tal.

Ah, de quebra, com a brincadeira, a Unimed Rio consolida dados sobre a saúde das pessoas (e pode direcionar o trabalho deles). Exemplos: 54% das quase 6 mil pessoas que até agora fizeram o teste comem frutas diariamente, 60% dormem mais de 7h por noite e 60% tomam mais de 5 copos de água por dia.

Cupcake de macho


Cupcakes sempre foram vistos como uma coisa delicada, feminina. Tem sempre tons de rosa, corações ou florzinhas para enfeitar. Enfim, um mimo. Mas que não combina muito com o universo masculino. Até agora, porque a Buth Bakery está mudando esta história nos EUA. Já na capa do site, o recado é claro: É um site de homens que gostam de cupcakes. Não os cor-de-rosa, polvilhados de açúcar e tal. Eles fazem cupcakes varonis, machos.

Entre os sabores, rum com limão, recheio de creme de cerveja, bolo de limão com laranja, canela com doce de leite... tudo com tons sóbrios, coisa de macho, e com uma cara muito, muito apetitosa.

Revolução das loiras

Cansada de ver as loiras serem estigmatizadas de sexys e burras, a Olialia, um empresa que atua em 75 setores (desde produção de softwares, refrigerantes até musicas) na Lituânia, resolveu agir para reverter este quadro e vem causando polêmica na Europa (via Uol).

A empresa, que diz que possuir todo o seu quadro de funcionários preenchido por mulheres loiras (naturais ou não, sem preconceito), anunciou que abrirá um resort em 2015 nas Maldivas que também só terá funcionárias loiras. E não é só isso, serão oferecidos voos diretos para ilha e no avião a tripulação também será formada totalmente por loiras.

A empresa justifica sua política de RH com um discurso de uma tentativa de romper um estereótipo de que as loiras são menos inteligentes. É claro que o anúncio da criação deste resort já provocou reações. A empresa esta sendo acusada de discriminação por sua política. 

Agora, embora a Olialia diga lutar contra estereótipos, sua propaganda vende utilizando outro estereótipo: o de loiras sexys, mas inteligentes é claro. Os anúncios mostram mulheres loiras, sensuais, trabalhando em um laboratório ou em ambientes corporativos. E por que usar um estereótipo afinal? Porque esse vende. E muito. A projeção de lucro da empresa para este ano é animadora e a empresa afirma que 80% da população do país já identifica sua marca.


Como se pode ver, elas podem ser loiras, sexys e discriminadoras, mas de burras elas não têm absolutamente nada.


Me desculpem

No post anterior, o Conar ainda não havia julgado o comercial criado pela Lew, Lara TBWA para a Nissan. Como era de se esperar, o anúncio foi retirado do ar a pedido da entidade. E claro, já havia um outro filme pronto para ser divulgado.

Você não está com medo? Tá?

A propaganda comparativa no Brasil geralmente é usada com muita discrição. Uma insinuação sobre o concorrente aqui, a silhueta do produto rival ali e um texto sacárstico recheado de ironias. Mas parece que esta receita brasileira está ganhando um temperinho norte americano, onde as comparações são bem mais diretas e agressivas. 

A Nissan divulgou um comercial para o Livina, onde não só satiriza seus concorrentes, como estampa claramente suas marcas. É claro que o assunto já foi parar no CONAR, onde uma das empresas concorrentes pediu a suspensão do comercial do ar, mas não podemos deixar de notar essa mudança de postura no mercado. Desde que não haja comparações que induzam o consumidor a algum engano, acho válida esta postura.


Liberdade de imprensa

Volta e meia algum aloprado discursa contra a liberdade de imprensa. Propaga que o limite a informação é necessário para evitar abusos. Há dois sérios problemas nesta concepção. Geralmente, quem pede mais controle para imprensa já foi, ou tem alguém de sua confiança acusado de cometer algum abuso. O segundo é a questão chave: quem definiria o limite para a propagação da informação?

Acredito que o limite não deva ser criado por decreto, já basta o limite pelo consumo. Não concorda com tal linha editorial? Mude o canal, feche a revista ou rasgue o jornal. Não há mecanismo mais eficiente para a seleção natural dos veículos de comunicação. E se algum abuso for cometido, isso pode acontecer com a imprensa livre e provavelmente aconteceria mais vezes se tivéssemos uma imprensa controlada, há sempre a opção de se recorrer a justiça.

Só a liberdade de imprensa pode nos proporcianar múltiplas opiniões. E cabe a cada um de nós filtrar e absorver as que são relevantes. E como a liberdade, segue um bom quadro do CQC de ontem com os presidenciáveis.

Genéricos

Os carros de uma mesma montadora já estão bem semelhantes. Agora, é possível até mesmo se confundir com carros de montadoras diferentes. 

A Lifan lança no Brasil um carro que se parece, e muito, com Mini Cooper. Mas com uma grande diferença, o preço tem a cara da China. O modelo com ar condicionado, som, direção hidráulica, vidros e travas elétricos e freios ABS sai por cerca de 30 mil reais (via UOL).



O preço é bom, o carro parece bacana. Mas, para quem quiser encarar o Mini genérico, saibam que a rede concessionárias é bastante limitada. São apenas 17 pontos em todo Brasil para se fazer uma revisão. Quem for encarar, torça para não precisar de uma.

Mercado movimentado

As publicações corporativas/empresariais estão cada vez mais sendo usadas como canal de comunicação diferenciado com públicos específicos. As mais bem elaboradas mostram, inclusive, tendências de projetos gráficos e editoriais. Como é o caso da Charlô, belíssima revista de um bufê paulista, e da Vida Bosch, que consegue com maestria fazer pautas interessantes e inserir o contexto dos produtos da marca de maneira muito legal.

Além das revistas corporativas, o mercado editorial se aqueceu com a chegada às bancas de duas boas revistas. A primeira é a N.Magazine, versão brasileira da espanhola Naif. A revista se intitula destinada para a nova geração de pais, tratando de moda, arquitetura, ecologia, design, tendências, estilo de vida, arte, cultura e outros temas que rodeiam o universo infantil. Linda, pelo que pode ser degustado aqui.

Outra boa surpresa, desta vez para o universo masculino, é a Alfa, nova publicação da editora Abril. A capa tripla da primeira edição chama a atenção: Galvão Bueno, Tass ou Daniel Oliveira? O primeiro texto que deu para ler foi um artigo de J.R.Duran. Delicioso. Com essa eu ainda estou me deliciando - apesar de claramente não ser o público alvo.


para pequenos e grandinhos

Não atire

Pro favor não atire. É apenas um grande exemplo de um anúncio interativo da Tipp-Ex. Clique na opção, e veja.



via @atilafrancucci

Por água abaixo

Sempre gostei de ver o mundo por debaixo d'água. Não só a paisagem de dentro mas, principalmente, a imagem distorcida de fora que surge através da água.

Mas, ultimamente, a falta de fôlego me impede de apreciar as imagens distorcidas por muito tempo, e foi com satisfação que vi (virtualmente, infelizmente) a obra "The swimming Pool" do argentino Leandro Erlich em exposição no 21st Century Museum of Conteporary Art em Kanazawa no Japão.


Quem está de fora, tem a impressão de que a piscina está completamente cheia. E quem está dentro da piscina não precisa segurar o ar para apreciar a vista. A ilusão é possível graças a uma camada de 10 cm de água apoiada em um vidro. Muito mais prático do que manter um bom condicionamento físico.

Aguardando os próximos capítulos

Nem sempre a equação oferta + demanda + recursos disponíveis é igual a venda. Deveria ser, mas a Net insiste em manter uma exceção.

No maravilhoso e burocrático mundo dos Nets, nada é fácil. Para canceler o serviço, 3 dias. A empresa não apareceu para pegar os equipamentos, mais três dias para o cancelamento. Depois dos 3 dias, acabou o prazo estipulado pela própria Net para aparecer, mais uma ligação para o sempre eficiente SAC. Trinta minutos na linha esperando uma resposta, toca meu celular e um técnico afobado pede para que eu o espere porque ele já estava indo recolher o equipamento.

Para cancelar já tinha sido uma novela. Para contratar o mesmo serviço, só que agora em outro endereço, continua sendo. Ao tentar contratar o serviço, fui informado que não poderia uma vez que o antigo morador não havia solicitado o cancelamento do seu. 

- Vocês não podem fazer nada? Me alugar um modem pelo menos até que os antigos moradores resolvam cancelar ou fazer uma transferência - supliquei
- Não, senhor. Algo mais em que posso ajudá-lo?
- Como te falei, eu gostaria de contratar o serviço de vocês. Você pode me ajudar?
- Não, senhor. Algo mais em que posso ajudá-lo?
- Eh... você tem o telefone da GVT?

Para minha surpresa, uma semana e dois dias depois, uma atendente da Net me liga informado que os antigos moradores transferiram o serviço e que eu, se não tivesse optado por outra empresa, poderia então contratar o serviço da Net. Ela foi tão atenciosa, sabia sobre meu antigo plano, sabia todos os meus dados e parecia estar disposta em resolver a situação que eu desconfio que a ligação não seja da Net e sim uma piada de algum engraçadinho. 

Agora, por que eu não contratei o serviço de outra empresa? Pela simples falta de concorrência. Porque não queria um telefone e o plano só de internet é menos atrativo e principalmente porque em algum lugar próximo do meu lar, há um vizinho com uma internet wireless liberada. Bendito o seja.

Precificando até a última ponta

Quanto vale sua felicidade? Para maioria das pessoas, e também para um cartão de crédito, a resposta é que ela não tem preço. Mas para Nick Powdthavee, que escreveu o livro “The Happiness Equation", a felicidade tem sim um preço e, como seria esperado, não é barata.(via Radar Econômico/ Estadão)

O autor atribui um valor financeiro a alguns dos acontecimentos que influenciam a felicidade de um indivíduo. Para Nick, um casamento, por exemplo, valeria R$ 540 mil, já possuir uma boa saúde R$ 3,5 milhões. Agora, se divorciar custaria R$ 800 mil (não sei se neste valor estão incluídos a partilha de bens e o custo do advogado, é claro). Como não li o livro, não tenho a menor ideia de como ele chegou nestes valores. Mas não há dúvidas que ele tenta levar o termo "invista em sua felicidade" para outro patamar. O certo é que será muito difícil achar alguém para fechar estas contas.

Carência Virtual

A maioria dos livros de marketing prega que um produto ou serviço deveria suprir uma carência das pessoas. Mas há produtos que levam esse ensinamento ao extremo. Depois do quase desaparecimento do Tamagotchi, surge um novo bicho eletrônico com o desafio de conquistar atenção, o tempo e, principalmente, a emoção das pessoas.

O U.bo, uma versão tailandesa de um animal de estimação eletrônico, se move e é capaz de demonstrar emoções através de uma pequena tela de Led. O aparelho funciona da quase da mesma forma do Tamagotchi. Ele demanda interação permanente com o seu dono para manter o bom humor, mas com um diferencial: o U.bo é sensível ao toque

U.bo, o novo aparelho de estimação.

35 anos com a patota

Sempre me diverti com a estética e com tudo o que envolve os anos 70: roupas, gírias, produções culturais. Vai ver é por isso que adorei as peças da campanha de comemorações dos 35 anos do Carrefour no Brasil (em Minas, são 30 anos de Carrefour Contagem).

Vale conferir o hotsite especial, no qual foi montado uma espécie de almanaque cultural dos últimos 30 anos no Brasil, e vídeo da campanha, assinado pela FNazca.


Um belo caminho

A educação dos filhos é algo que aflige todos pais. Qual seria o melhor método? Qual seria a melhor escola?

No site Update or Die, Paula Rizzo publicou um excelente comercial do programa School Season da BBC feito pela agência RKCR/Y&R. Um filme simples, emocionante e que consegue, em apenas um minuto, sugerir a reposta para um universo de dúvidas.

Colabore quem quiser

Em seu livro A Cauda Longa, o editor da Wired Chris Anderson escreveu sobre a oferta de produtos com demanda reduzida. Neste contexto, ele abordou uma forma muito interessante de se reduzir custos de uma empresa que vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil: a produção colaborativa.

O significado da produção colaborativa é literal. Uma instituição tem um problema/desafio, publica sua demanda (geralmente na internet) e recebe soluções enviadas por pessoas que dominam o assunto. Geralmente há um pagamento (prêmio) para a melhor solução que poderá ou não ser implementada. Desta forma, por um preço mais baixo do que desenvolver suas próprias soluções, uma empresa consegue, com menos riscos e em menos tempo, obter um grande banco de dados sobre o problema proposto.

Grandes empresas já utilizam deste recurso para diversos fins. Na comunicação, o site Zoopa faz o papel de provedor de publicidade gerada pelo usuário. Nele, empresas como Diesel, Danone e Schincariol divulgam um briefing, disponibilizam sua marca e recebem as sugestões dos usuários do site. Dependendo do resultado obtido, os trabalhos podem ser veiculados.

Veículos de comunicação também já utilizam esse recurso. Há algum tempo, emissoras de TV e sites de notícias já divulgam vídeos e fotos feitos pelo público. E, em outubro, a revista Trip  publicará uma matéria sobre projetos colaborativos. E abordagem não poderia ser outra. O assunto será mostrando na prática. Se quiser participar da edição, click (Trip Colaborativa).

La mano de Dios en Brasil

Maradona, que provou ser tão bom de bola quanto polêmico também está dando uma mãozinha nas eleições no Brasil (involuntariamente, é claro).

São nada menos do que quatro candidatos, um a deputado federal e três a estadual, que tentam ganhar seus eleitores usando o nome do craque argentino (segundo La Nacion). É claro que essa associação dos candidatos ao nome do mito argentino não garante a vitória mas levanta uma bola: por que a nossa legislação permite que candidatos adotem qualquer nome para se promoverem?

Em tempo, antes que o camisa 10 argentino se considere o melhor do mundo, o jogo está empatado. Também há quatro candidatos  que utilizam o nome de outro camisa 10, Pelé. E essa eleição quem vai ganhar?

Reciclar é preciso

"Uma embalagem deve economizar mais do que ela custa". A frase, do fundador da Tetra Pack, Ruben Rausing, define bem a orientação da empresa. Hoje a embalagem longa vida da empresa está em cerca de 90% dos lares brasileiros. Em 2009, o consumo foi de 20 embalagens per capita em todo o mundo.

E a gente nem se dá conta disso. Espantada com esses dados, parei para pensar na minha realidade. E descobri que consumo mais de 20 embalagens longa vida por mês em leites, cremes de leite, molho de tomate...! Ainda bem que já desenvolveram uma tecnologia para reciclar este material todo e que 75% da embalagem é feita de papel de origem renovável.

Se você não sabe para onde levar suas embalagens longa vida após o uso para reciclar, basta entrar no
http://www.rotadareciclagem.com.br/. O site, patrocinado pela Tetra Pack, indica o endereço mais próximo de onde você está.


Primeira embalagem da Tetra Pak - considerada um dos ícones do design

Que tal menos blablablá?

Interrompemos nossa programação para a veiculação da propaganda eleitoral gratuita. Essa frase é repetida exaustivamente a cada período eleitoral e, embora seja de fácil entendimento, sempre deixa uma dúvida no ar: gratuita para quem?

É claro que a veiculação de alguns minutos em cadeia nacional tem um custo (veja matérias na Exame e Isto É Dinheiro). Acho justo que as emissoras não arquem com ele sozinhas (cedendo o espaço de veiculação de propaganda para os partidos). Também acho complicado que os partidos banquem esse custo (principalmente os pequenos). O fato é que serão gatos pelo governo (por isenção de pagamento de impostos) R$ 851 milhões para financiar a veiculação da propaganda eleitoral gratuita nessa eleição. É muita grana, principalmente quando se compara com os gatos do governo em outras áreas (como fez a Isto É Dinheiro em sua matéria).

É importante que o Estado ofereça condições para que os candidatos se apresentem para a população. Mas será que isso não poderia ser feito pelo menos na metade do tempo e do dinheiro que é gasto hoje?

O que sua ideia quer ser quando crescer?

Para divulgar o prêmio "Big Idea Chair" do Yahoo Brasil foi criada uma campanha onde uma equipe de jovens publicitários (e bota jovens nisso) se debruça em 4 briefings para criar campanhas de combate a alguns dos principais problemas do nosso dia a dia.

O prêmio ainda está na fase de inscrições mas a campanha de divulgação já apresentou bons resultados: são três vídeos divertidos sobre o processo de criação de uma agência de publicidade.







(Via @RLPortugal)

Integração com o ambiente

Interferimos muito no visual do nosso planeta. A começar pela construção de nossas cidades até chegar na comunicação visual das empresas, estamos sempre alterando o panorama do nosso horizonte. Como pegadas, deixamos sempre um rastro de estruturas pelo caminho. Para amenizar esta interferência, hoje, há uma busca constante de soluções que diminuam este impacto visual.

Ainda não saiu do papel, mas o escritório norte-americano COI + Shine desenvolveu um projeto interessante para a companhia de energia da Islândia (via Portal Exame). Eles criaram torres de transmissão de energia com formas humanas. São 45 metros de altura de uma estrutura feita em grande parte por aço e vidros. 


Estas torres, chamadas de "Terra dos Gigantes", ainda interferem e muito no horizonte mas são muito mais interessantes do que as torres tradicionais.

Destinatário

Não tem nada mais complicado do que mailing. Pra qualquer coisa: envio de convite, mala-direta, release (esse último, parte da minha labuta diária)...

Neste Dia dos Pais, recebi um folder promocional de um banco do qual não sou mais cliente, com uma promoção imperdível de financiamento "para você, que é pai". Chequei o destinatário e era eu mesma: Liene Maciel.

Explicável? Não sei. Imperdoável? Nem tanto. Engraçado (ao menos para mim)? Com certeza.

Mas acima de tudo, um desperdício de dinheiro e tempo da empresa. E aí ficam discutindo que propaganda não dá certo, que mala-direta é perda de tempo, blá, blá, blá. Enquanto o banco de dados não estiver 100% atualizado e completo (sonho?), a vida vai continuar correndo assim.

Procura-se

Perdi. Já perdi muito tempo.

Perdi tempo esperando uma consulta médica, odontológica e fisioterápica. Também já perdi tempo em algumas reuniões e discussões desnecessárias. Perdi muito tempo insistindo em ver o resto daqueles jogos ruins sempre com esperança de que pelo menos um lance pudesse recuperá-lo.

É... pelas contas, já perdi muito tempo vendendo e consumindo. Mas quanto vale um tempo perdido? Quanto vale o atraso da entrega de um produto? O da entrega dos rodapés que faltam para terminar aquela obra? O tempo jogado fora por assuntos que nada têm a ver com o objetivo da reunião? O descumprimento do prazo para a prestação de um serviço, quanto vale? Para mim, vale muito.

Portanto, se alguém encontrar um tempo voando por aí, por favor me avise.

Um verdadeiro cervejão

Há, atualmente, uma disputa pelo "título" da cerveja mais forte do mundo. Embora o Brasil possua uma marca recheada de guerreiros, essa disputa não passa por aqui. Nossas cervejas têm em média 5% de álcool, já as que brigam pelo título, possuem 10 vezes mais.

No mês passado, a antiga detentora do título com 45% de álccol em sua composição "The End of History Beer" entrou e saiu do mercado. A Cerveja foi produzida em uma edição limitadíssima, apenas 12 garrafas, pela cervejaria alternativa Brew Dog e tinha a pretensão de mudar a percepção dos consumidores sobre uma cerveja.

Pela quantidade produzida, talvez a cerveja não tenha mudado a percepção de muita gente mas fez a concorrência se mexer. A nova detentora do "título" com 60% de álcool em sua composição é a  cerveja "Start the Future" produzida pela cervejaria holandesa 't Koelschip.


Seus produtores recomendam o consumo moderado da bebida, em pequenas doses da mesma maneira como se degusta uma boa pinga. Mas nem precisava, com os preços em torno de 35 euros (R$ 81,00) a garrafa da Start the future e de 500 libras (R$ 1.393,20) a garrafa da The End Of History Beer as chances de alguém beber um caixa são um pouco remotas.



The End Of History Beer, uma garrafa no mínimo inusitada.

É pessoal

As campanhas de comunicação do Peta são famosas por tirarem as roupas de modelos consagradas para que não se retirem as peles de animais. Independentemente da causa, as mensagens do grupo tendem a agradar muita gente mas, também, a incomodar outras tantas.

A recente campanha do Peta com Pamela Anderson foi censurada no Canadá por ser considerada machista. O anúncio, que tenta convencer as pessoas a se tornarem vegetarianas, causou um certo desconforto por exibir as partes da modelo como peças num açougue.


Essa imagem foi apenas um bom recurso utilizado para vender a ideia do grupo. Mas a agência reguladora Montreal Film and TV Commission viu o fantasma da mulher objeto.

Via mensagem do  Rafael Portugal

Negócio fechado?

A prospecção de cliente é uma parte importante de qualquer negócio e um desafio para as agências de publicidade: conseguir demonstrar todo seu potencial em uma curta reunião. Mesmo que campanhas de sucesso do passado não possam garantir bons resultados em campanhas futuras, a apresentação de portifólio é uma das formas mais tradicionais para encantar um possível novo cliente.

É claro que há outras possibilidades e uma que me chamou muito minha atenção foi criada pelo escritório de Design Ampro, da Romênia (via Portal Exame). A Ampro desenvolveu uma peça que resume muito bem a relação comercial entre uma agência e seus clientes. Simples e funcional, passa toda a mensagem instantaneamente.


A solução da Ampro foi criar uma garrafa com dois gargalos fechada por dois copos: Nosso negócio, seu negócio. E a Ampro garante que o conteúdo é tão bom quanto a embalagem.

Acho melhor não

Estamos em uma época de mudança. E quando achávamos que a parte mais complicada tinha ficado para trás, descobrimos que há relações de consumo mais problemáticas do que as experiências com as imobiliárias.

- Mudanças Joãozinho, bom dia. Atendeu a recepcionista com uma voz de ressaca.
- Bom dia. Gostaria de agendar uma mudança para sábado da próxima semana é possível?
- Deixe me ver... sim é possível. Não há nada agendado para esta data. Só gostaria de te pedir uma coisa. Nós somos muitos profissionais, e não vamos furar com você. Mas te peço para me ligar na quinta da semana que vem. O serviço já está agendado, mas é só para dar uma lembradinha. Falou a atendente com toda sua tranquilidade.
- Espera aí. Já está agendado mas você quer que eu ligue na semana que vem para lembrá-los do serviço? Perguntei bem arrependido e já pensando na próxima empresa de transporte da lista.
- É senhor. Só para não ter nenhum erro. Respondeu a atendente impaciente.

Não minha cara. O erro já foi cometido. pensei enquanto agradecia o atendimento.

Amostra quase grátis

Há algum tempo, escrevi sobre a loja esloúltimo de Barcelona que oferece aos seus clientes a oportunidade de adquirir produtos recém lançados por um pequeno pagamento mensal. Na época de seu lançamento, havia filas de consumidores com até 4 horas de espera para entrar na loja. Hoje, em São Paulo, já algo semelhante.

O Clube Amostra Grátis tem o mesmo conceito. Você paga uma anuidade de R$ 50,00 e pode retirar até 5 produtos diferentes por mês. A única contra-partida é participar das pesquisas sobre os produtos retirados.

Qualquer pessoa maior de 16 anos pode entrar no Clube. Mas vale lembrar que os produtos só podem ser retirados na loja em São Paulo.

Freiras no vale tudo

Ando estudando sobre reputação nestes últimos tempos. E uma ensinamento é básico: reputação se constroi no dia a dia, nas escolhas que cada um faz - seja uma empresa ou uma pessoa.

Qual foi minha surpresa então ao receber um volante de um evento agora em julho chamado "Mano a Mano - lutas de vale tudo" que vai acontecer em BH. Achei engraçado (não sou o público nem de longe), assustei-me com os valores do ingresso (a meia entrada pode chegar a R$ 100,00), mas me deixou muito, muito confusa o local da luta: Colégio Pio XII.

Hein? Um colégio de freiras, católico apostólico romano, alugando seu espaço para pessoas se espancarem por dinheiro? Ok, a luta pode até ser de brincadeira (eu realmente não entendo), mas de todo jeito não combina com o ambiente escolar dirigido por irmãs, como o colégio estava construído no meu imaginário. E não adianta querer pensar que é um esporte como os outros porque não é. Há - e muita - controvérsia em torno do assunto.

E aí, por uma decisão infeliz de alguém, a imagem do Pio XII está temporariamente arranhada para aqueles que procuram um colégio católico para os filhos pensando nos valores que são praticados ali. Se esse gap entre o pregado e praticado se tornar frequente (acredito que eles não incentivem a pancadaria ali), a coisa pode desandar.

Está na hora de comprar?

"Gastamos o pouco tempo que temos em consumo porque todo o tempo restante é gasto para pagar o tempo de consumo." Gustavo Cebrasi (@gcebrasi)

Olha o gol, olha gol...

Em um lance de grande oportunismo, a agência libanesa Imapct BBDO fez um belo gol para a Pepsi.
Gol que me foi narrado pelo Maurilo do Pastelzinho.

Não precisa ser só preço

Quando se trata de um anunciante varejista, é comum ver apenas publicidade de ofertas.

Eficientes, necessárias mas, sem dúvida, não são o único caminho como mostra este belo filme criado pela agência londrina Adam & Eve para a John Lewis.

Pura matemática

Imagem = discurso de uma empresa

Reputação = práticas da empresa

Equações simples de serem formuladas. Mas complicadas para conseguir alcançar o mesmo resultado no dia a dia.

E pensar que poderia ser petróleo...

Impagável esta sátira à BP e seu derramamento de petróleo no Golfo do México, achada graças à dica da Lalu.



A promoção na qual ninguém acreditava


Tudo começou com os donos da loja de eletrodomésticos uruguaia colocando na rua uma campanha de varejo que prometia que se seleção deles chegasse às semifinais, 50% do valor da compra da TV LCD adquirida antes do Mundial seria devolvido. Ninguém acreditava que os uruguaios estariam onde estão: disputando uma vaga na final da Copa do Mundo depois de 40 anos.

O dono da rede de lojas disse que, ao aprovar a promoção, não imaginava que teria que cumprir, mas a paixão pelo time fala mais alto e ele jura que não está triste. Afinal, apesar de não divulgar quantas TVs foram (disse que alguns milhares), ele foi esperto e já havia contratado um seguro.

Você se comunica em que língua?

Para quem acha que :-D é o único jeito de manifestar alegria usando o teclado do computador, segue abaixo a lista dos sinais usados no oriente para expressar alguns sentimentos ou atos.

Afinal, neste mundo de hoje é bom ser poliglota de todos os jeitos, né não?

( ^_^ )
Alegria

( ; _ ; )
Tristeza

( * 0 * )
Surpresa

( ^_ ~ )
Piscadela

( ^ 0 ^ )
Riso

( # ^. ^# )
Rubor

( ^ ^; )
Constrangimento

m ( _ _ ) m
Desculpas

Fonte: revista National Geographic deste mês

Moving day


Porque tem dias que um ciclo se fecha para começar outro.
Alguns amigos se vão. Mas outros, com certeza, aparecem.
A faxina - na casa, na mesa e na alma - abre espaço para mais coisas boas entrarem pela porta da frente.
O importante é manter a cabeça e o coração abertos para receber o novo.
Seja ele um emprego ou uma casa.
Ou, como agora, os dois.

2010 vai começar de novo.

Divirta-se

Não há duvidas de que, com diversão, a vida fica mais leve. E com base nesta ideia, a agência sueca DDB Stockholm desenvolveu a campanha The Fun Tehory para Volkswagen que acabou de ganhar o Grand Prix de Cyber Lions em Cannes.

A campanha vende, discretamente, um carro ecologicamente correto oferecendo o prazer ao dirigir. Mas o interessante é que o foco da ação não é no carro e sim na divulgação da ideia de que si é possível alterar o comportamento das pessoas para melhor apenas promovendo diversão.

A agência divulgou os três exemplos produzidos e incentivou que pessoas ao redor do mundo criassem sugestões para melhorar hábitos promovendo a diversão e as mandassem para o site thefuntheory.com. O resultado são algumas ideias divertidas que tentam amenizar alguns problemas do dia a dia.





Tudo bem pra você?

Melhor do que apenas fazer um comercial muito bem sacado, a margarina Delícia Supreme divulgou um vídeo com o teste das atrizes que se dispuseram a fazer a propaganda. Além de muito engraçado, suscitou uma discussão no mundo virtual sobre o tema: vc deixaria sua esposa/marido fazer um trabalho que envolve dar um beijo na boca de três beldades globais?

Marcas da Copa

Uma Copa do Mundo deixam mais marcas do que àquelas estampadas nas canelas dos jogadores. Na verdade, uma delas,  a marca oficial da Copa entra em campo primeiro que todas as outras. Muito antes do que o apito inicial.

Abaixo, seguem as marcas da copa disponibilizadas pelo site Creativenerds.







A copa invade mesmo a casa

Como se não bastasse a pia de bola (aqui), a casa pode também guardar para sempre a lembrança desta Copa do Mundo com a Vuvu Lamp, uma luminária inspirada nas vuvuzelas africanas. Um charme, vencedor da SOLVE New Talent Search 2009, competição anual da revista Elle Decoration. E o melhor, silenciosa.