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Aglutinadores de conteúdo

Sites aglutinadores de conteúdo não são nenhuma novidade, mas continuam oferecendo praticidade e muita informação para quem tem disposição para procurar e comparar.

O site da Tiendeo não é diferente. Com a promessa de reunir os catálogos de ofertas por segmentos em cada cidade, a empresa não só reuniu, como analisou as informações contidas nestes catálogos e as disponibilizou no seu primeiro relatório sobre tendências de consumo.

Com base na análise milhares de encartes de ofertas, da categoria Super-Hipermercados, publicados nos mês de outubro, o relatório mostrou alguns dados interessantes como o da participação de ofertas de marcas próprias dos supermercados que representa 10,6% de todas as ofertas publicadas. Outro dado que me chamou a atenção foi o de que os cinco produtos mais presentes nos encartes, pão de queijo, sabonete, arroz, alimentos para animais e milho verde, não estão relacionados com as marcas mais procuradas pelas pessoas no site: Skol, Longa Vida, Guaraná Antártica, Nutella e Itambé.

Essas informações não só facilitam a comparação de preços pelos consumidores como, também, oferecem dados importantes para aumentar a eficiência das ofertas pelas empresas. Afinal de contas, quem procura quer achar, de preferência rápido e barato.



Algo mais do que publicidade

Na premiação da categoria outdoor Cannes Lion 2012-2013, algumas peças vencedoras também se destacaram pelo seu caráter social, com resultados práticos e imediatos.

Essas peças não se restringiram ao seu papel de comunicar e persuadir como trouxeram algo de concreto para população. Desde uma fonte de água potável para algumas localidades de Lima, à abrigos de chuva em Paris. Todas essas peças cumpriram seu papel e ofereceram algum conforto para a comunidade.


Este vídeo mostra o outdoor criado pela Mayo Draftfcb, Lima, Peru para UTEC que capta a umidade do ar e transforma em água potável. Via Adweek



Três peças criadas pela Ogilvy & Mather, Paris para IBM. Ideias inteligentes com resultados imediatos.Via Adweek

Perigosamente chatos

Chato não tem volume, não tem faces; é, simplesmente, plano. O que pode ser útil e necessário em determinadas situações e em vários campos da ciência mas que, na comunicação, pode significar também uma única visão, chata e muito perigosa.

Disfarçados de politicamente corretos, tentam achatar mensagens para censurar tudo aquilo que é diferente, que é contrário à própria opinião ou crença. Ser politicamente correto é bom e até socialmente necessário; tentar censurar opiniões diferentes e divergentes é um absurdo que deve ser evitado.
Dois exemplos de peças publicitárias que são, no meu ponto de vista, inofensivas e que foram alvos de reações desproporcionais - e me chamaram a atenção.

O primeiro é um anúncio criado pela Almap para a Volkswagen. Neste comercial, a superstição de que gatos pretos dão azar foi utilizada como argumento cômico,  provocando diversas manifestações nas rede sociais. Não seria problema se essas opiniões fossem apenas negativas. O problema é que muitas dessas mensagens foram ofensivas e chegavam a pedir até a proibição da veiculação do comercial. Os radicais fizeram tanto barulho no facebook da empresa (isso não é piada), que a montadora resolveu retirar a propaganda do ar mostrando que, ao menos para a agência, usar gato preto dá azar.

A outra peça que foi alvo de críticas exageradas de alguns consumidores é a "Quero ver raspar", uma criação da Africa para a Gillete. Segundo o G1, 15 pessoas denunciaram a propaganda como preconceituosa contra os peludos no CONAR, que analisará a suspensão de sua veiculação.


Duas propagandas com viés cômico que provocaram reações furiosas e desproporcionais. Claro que essa é só a opinião de um publicitário peludo, que já cansou de ouvir piadinhas de amigos em volta da piscina, que tem a sorte de possuir um felino preto e que em nenhum momento se sentiu ofendido. No início achei engraçadas essas manifestações, para depois perceber o perigo por trás desses atos.

Podemos não gostar, podemos não comprar, podemos criticar. Sem ofensas, sem censura e sem chatisse.

Abaixo um vídeo que retrata bem esse nosso contexto de hiperreação.


via @Marcello_Serpa

Olha o perigo!

Matéria no site da BBC mostra a conclusão 'alarmante' dos pesquisadores do Instituto Smithsonian de Biologia e Conservação e do Departamento de Pesca e Vida Selvagem dos Estados Unidos: "os gatos estão entre as principais ameaças à vida selvagem nos Estados Unidos, matando bilhões de animais todos os anos - um número muito maior do que estimativas anteriores."

Dá para imaginar o perigo de um bichinho simpático assim?


Ainda de acordo com a matéria da BBC, o estudo mostra que os gatos são responsáveis pela morte de entre 1,4 bilhão e 3,7 bilhões de pássaros e entre 6,9 bilhões a 20,7 bilhões de mamíferos todos os anos. Se os gatos de rua estão entre as piores ameaças, gatos domésticos também representam perigo. Nos EUA, mais animais estão morrendo nas patas dos gatinhos do que em acidentes em estradas, colisões com prédios (no caso de animais que voam) ou envenenamento.

Bem que dizem que eles só não nos atacam porque somos maiores do que eles...

Balanço de uma noite

A Noite Branca, evento realizado pela Fundação Clóvis Salgado, deixou bem claro algumas coisas para mim: primeiro, foi a falta de compromisso e o amadorismo de alguns responsáveis pelas instalações. Em um evento que começou às 18h, as 21h40 havia, pelo menos, duas instalações ainda sendo montadas, sem contar "Área a Construir", é claro.

A segunda, e mais nítida, é a carência de eventos culturais interessantes e realmente populares em Belo Horizonte. A organização esperava 2 mil pessoas, compareceram 10 mil. De diferentes idades e variados estilos. O sucesso de público acabou refletindo em dificuldades para comprar fichas das barracas de alimentação, mas não eclipsou o evento.

A Noite Branca foi muito positiva, democrática e divertida. Revelou algumas instalações e manifestações interessantes como Jardim das Delícias, 50 Ghosts e #parque aberto 24h e outras ingênuas como o # ônibus sem catraca. Sem dúvida, a noite  do dia 14/09 não passou em branco. Foi uma excelente iniciativa que tem tudo para se tornar um evento permanente no calendário da cidade.

Jardim das Deleicias de Ricardo Brasileiro e Josana Matedi

Sinal de novos tempos

Ontem, enquanto lanchava solitário, ouvia o discurso de uma menina, que ainda não devia ter completado 15 anos, para um grupo de amigas: - No meu tempo,eu beijava muito. Só não deixava ninguém saber. Nem o porteiro do prédio. Nesse instante, percebi o tamanho da minha ingenuidade. Na minha santa inocência, acreditava, até então, que ontem ainda fazia parte da minha época.

Minha vida de cachorro


Saindo de casa, me deparei com um cachorro, já meio tonto, correndo atrás do seu próprio rabo. Em meio a um sorriso me veio a dúvida: quanto tempo ele ficará rodando até perceber que não tem jeito?

Opa, e por falar em tempo, já não podia mais ficar parado. Tinha que pegar o ônibus e correr para o trabalho. Na agência, a correria é para cumprir prazos que me parecem cada vez mais apertados. Tem dias, como hoje, que o tempo passa voando e que o horário comercial não foi suficiente. Já dentro do ônibus, cansado pego a agenda e reviso a lista de coisas que tive de adiar e calculo o quanto que tenho que correr para colocar tudo em dia. Já chegando em casa, antes mesmo de poder terminar minhas contas, senti que estava sendo observado. Um cão, que parecia estar rindo, não sabia se balançava ou não o rabo para mim.

Quem não tem pão vai ao supermercado

O shopping já estava quase fechando quando a fome mandou um recado contundente para Joãozinho bem em frente ao La Milonga. Com um pouco de pressa, ele entrou e perguntou para o garçom se havia algo no cardápio que poderia ser preparado rapidamente.

- O sanduíche especial, sugeriu o garçom entregando o cardápio.

- Beleza, eu quero um e uma coca por favor.

Em pouco tempo aparece uma garçonete com o refrigerante e o gerente a tira-colo para avisar que o pão acabou.

- Posso ir no supermecado aqui em baixo comprar um pão de sal para você, mas deve demorar uns 20 minutos por causa da fila. Sugeriu o orgulhoso gerente por ter encontrado uma solução.

Em quanto o o gerente sorria aguardando uma resposta, apareceu a imagem do pão que estava sobrando aquela hora no supermecado ao lado da tag com o preço do sanduíche especial na cabeça do João.

- Cara, obrigado. Mas, estou com pressa. Fica para uma próxima ocasião; agradeceu Joãozinho na dúvida se o supermecado seria o fornecedor regular de pão ou se era apenas uma tentativa de agradar ao cliente.

Ciclo vicioso

A violência contra mulher é um assunto bastante áspero e, infelizmente, ainda rotineiro. 
Para alertar as pessoas sobre essa triste realidade, a Lowe de Singapura criou uma campanha publicitária para a Aware. As peças mostram que, se não houver uma denúncia, a violência poderá ser continua.




Pega na mentira

Cientistas britânicos descobriram um "detector de mentiras" para pegar no flagra quem diz que comeu apenas coisas saudáveis mas se esbaldou com uma bela picanha.

Segundo matéria da BBC, um exame de urina detecta o que a pessoa comeu nos últimos dias - e em que quantidade. Ainda não se consegue detectar todos os alimentos, mas já é um começo para aqueles cuja consciência permite que se minta para o médico sem o menor pudor.

Que país é este?


A primeira reação da maioria dos meus colegas do curso de inglês quando mencionava que era brasileiro era soltar um "Wow!". Não era um wow de admiração, mas de "cara, você veio de muito longe" (o curso era em Londres). Sim, além dos estereótipos de país da violência, do futebol e do carnaval, nós somos de uma terra distante e desconhecida. Um lugar que, para se chegar, deve-se sobrevoar muitas e muitas horas o oceano. 

Não somos completamente ignorados: eles sabem que a capital é Brasília, já ouviram falar de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Pelé e de Lula. Um italiano até conhecia o Cruzeiro. "The blue team from São Paulo", ele falou com um sorriso.

Mas somos completamente desconhecidos a ponto de uma iraniana demonstrar, apenas com uma pergunta, que todo o esforço do nosso ex-ministro de Relações Exteriores em se aproximar do Irã foi completamente em vão:  "Por que você está fazendo aula de inglês? Lá na América vocês todos não falam inglês?". A pergunta soou como uma bomba. Pelo menos ela sabia que o Brasil ficava na América. Mas para evitar qualquer equívoco de endereço, expliquei que não éramos parte dos Estados Unidos da América. A América que fala inglês fica ao norte, o Brasil está ao sul, bem longe. 

E as perguntas continuaram:
- Vocês também têm engarrafamento no Brasil?
Infelizmente. 
- Você vive perto de uma floresta?
Não e nunca visitei uma. 
- Não é verdade que, no Brasil, as mulheres são todas mulatas por causa do sol?
É claro que não. 
- Qual é o nome da sua moeda?
Real.
- Me fale um gênio brasileiro que você admira?
Hum..., só me recordo de gênios do esporte. (Lá, Santos Dumont não é considerado o inventor do avião).
- Você não parece ser um brasileiro, e sim um turco, falou novamente a iraniana. Antes de eu poder perguntar para ela como seria um brasileiro, o professor achou melhor mudar o assunto da aula. 

Não sei se, em duas semanas de convivência, meus 11 colegas conseguiram conhecer um pouco mais sobre o Brasil. Mas duas semanas depois, eu descobri - em Istambul - que pelo menos em uma coisa a iraniana estava certa: eu tenho cara de turco.

Top 10 do retorno financeiro

Vendo a lista dos mais lucrativos filmes do cinema, percebo que não ajudei a incrementar a conta bancária de muitos. Ou seja, da mesma forma que as pessoas se assustam quando conto que não vi A Lagoa Azul, tenho que admitir que também não vi algumas das produções abaixo.

A novidade da semana é que a última parte de Harry Potter alcançou, no último fim de semana, o posto de terceiro filme mais rentável. Mas James Cameron ainda continua imbatível.

Avatar – US$ 2,782.3 bilhões
Titanic – US$ 1,843.2 bilhão
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte II – US$ 1,133.9 bilhão
O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei – US$ 1,119.1 bilhão
Piratas do Caribe: O Baú da Morte – US$ 1,066.2 bilhão
Toy Story 3 – US$ 1,063.2 bilhão
Transformers: O Lado Oculto da Lua – US$ 1,037.7 bilhão
Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas – US$ 1,037.1 bilhão
Alice no País das Maravilhas – US$ 1,024.3 bilhão
Batman - O Cavaleiro das Trevas – US$ 1,001.9 bilhão



Fonte: UOL

Comércio da insegurança

Nos últimos 3 meses, entraram no meu carro para roubar o estepe, invadiram a casa dos meus pais e levaram quase tudo e entraram no meu prédio para furtar os móveis da recepção. Levando-se em conta que o arrombamento do carro ocorreu em frente ao 12º Batalhão de Infantaria, não entrarei no assunto sobre o aumento da violência em BH mas, sim, no da indústria da segurança.

Depois destes fatos, procurei e encontrei produtos os quais nunca havia sequer notado a existência. Desde protetores contra roubos de estepe (descobri ainda na delegacia fazendo boletim de ocorrência que esse roubo é muito comum) e protetores de bateria (para dificultar o desligamento do alarme de carro), a portas de aço com seis trincos para casa, passando por várias tecnologias de circuito interno de TV. Hoje há uma infinidade de produtos e serviços que prometem amenizar a sensação de insegurança e a retardar a ação de criminosos. 

Apenas retardar, porque, não importava o produto ou serviço oferecido, a frase mais pronuciada era que se um ladrão quiser entrar, ele entra. Nada animador, mas pelo menos as empresas desse setor com as quais tive contato foram honestas. Já é um começo.

Arte nas ruas

O francês Christian Guémy tem surpreendido e alegrado as ruas de várias cidades do mundo. Compartilho um pouco do seu trabalho para alegrar o dia. Peguei apenas dois temas - mulheres e gatos - mas o trabalho dele é bem mais amplo. Vale conferir.





Sentindo na pele

Quem não tem problema alimentar não tem ideia do que seja isso. Para descobrir as causas da minha flamigerada enxaqueca, estou fazendo uma dieta sem glúten. Um passeio pelo supermercado e quase bate o desespero: é possível viver assim? Não temos noção do quanto consumimos de glúten até resolver dar atenção a ele.

Mas nada como a necessidade para descobrir as coisas. Além de encontrar lojinhas com propostas muito legais de alimentação saldável, descobri o significado de palavras como quinoa, linhaça, amaranto...

E o melhor, conheci o trabalho feito pela Acelbra - Associação dos Celíacos do Brasil. Além de bem informativo, o site deles traz uma série de receitas saborosas que têm me feito acreditar que é possível ser feliz assim!

No final da história, posso até não conseguir estabelecer relação entre o glúten e a enxaqueca, mas com certeza terei uma alimentação bem melhor.

É isso aí

"Empresário é aquele que faz tudo o que não é proibido.
Governante é aquele que só faz o que é permitido."

Márcio Lacerda, prefeito de BH, em entrevista hoje à Rede Record Minas.

Tochas olímpicas

A sede das próximas Olimpíadas não sai do noticiário. E não é por causa da chama olímpica, e sim, por outras chamas. Foram 14 veículos incendiados apenas ontem.

O limite entre uma ação criminosa coordenada e uma guerra civil me parece cada vez mais estreito. E, esses acontecimentos nos mostra que há muito, mas muito, a se fazer de básico para garantir o mínimo de qualidade de vida para as pessoas.


Diante de cenas como esta aí acima, uma Olimpíada se torna um evento sem a menor importância.

E pensar que poderia ser petróleo...

Impagável esta sátira à BP e seu derramamento de petróleo no Golfo do México, achada graças à dica da Lalu.