Esperando o Natal

Que criança nunca sentiu uma certa ansiedade na véspera do Natal?
Utilizando justamente esta emoção, tão presente nesta época do ano, a agência londrina Adam & Eve fez um excelente anúncio para a John Lewis. Uma grande e emocionante inversão de expectativas.
Vale a penas conferir.



Via adlatina

Relacionamento eficiente

Para se agradar o cliente, as vezes não é necessário investir grandes somas de dinheiro e nem mesmo ser muito criativo. Em determinados momentos, basta fazer o básico bem feito. Se a empresa tem um bom mailing, por que não aproveitar o momento da entrega do seu produto para estreitar o relacionamento com seus consumidores?

Foi o que fez o jornal Hoje em Dia com uma simpática e simples ação. 


A aniversariante ficou muita satisfeita e mostrou a página para todo mundo a sua volta. Sem se esquecer de elogiar o jornal.

Via: Julio César

Uma marca também pode ser humana


A Trend Watching, uma empresa de tendências de consumo, divulgou recentemente, o que seriam, em sua visão, as 12 tendências de consumo cruciais para 2012. Umas dessas tendências é a "Flawsome" que nada mais é do que uma marca admitir suas falhas e demonstrar características mais humanas como flexibilidade ou humor por exemplo. 

Mas, o que mais chamou minha atenção nessa tendência, foi o exemplo apresentado da rede de fast-food Domino's. A empresa expôs ao vivo, em plena Times Square em Nova York, mensagens de consumidores, boas ou ruins, enviadas pelo Twitter. 


Imagem (retirada do Trend Briefing de dez/2011) da ação da Domino's que mostra a reclamação de um consumidor sobre serviço da empresa.

Coragem, honestidade e auto-confiança. Características difíceis de serem encontradas no mundo corporativo em que vivemos.


A magia do Natal

Há muito tempo, a Coca-cola talvez seja a empresa que consiga trabalhar melhor a imagem de sua marca nessa época do ano. Não sem esforço, é claro. Abaixo, segue mais um exemplo de uma das ações natalinas da empresa criada pela agência mexicana Evek. Uma bela viagem à magia do Natal.



Via José Mangueira - www.adsoftheworld.com

Conversa franca

- Cento e vinte dois reais para 45 litros. A gasolina está muito cara não é verdade amigo?
- Estava pensando exatamente a mesma coisa. Respondi estranhando o comentário.
- Pois é, por isso que eu não ando de carro. Você deveria andar de moto. Você vai pagar em dinheiro ou cartão?

Se até um frentista está aconselhando a redução do consumo de um dos produtos que ele vende, é porque a situação não está nada boa. Pior deve ser o treinamento que o posto oferece aos seus funcionários. Ou a falta dele.

Subdefinições

Saudade é quando o coração só tem olhos para quem a gente não vê mais.

Surdez é quando alguém só fala o que pensa e você só ouve o que quer.

Sonho é a vida que você leva quando o corpo encerra o expediente do dia.

Carinho são as mãos dizendo "gosto de você". Assim como na fala, é fácil ver quando é verdade ou não.

Sede é uma vontadezinha de se afogar um pouco.

Torcicolo é o corpo cansado de olhar pra onde não interessa.

Choro é a prova de que sentimentos são físicos, e condensam como vapor.

Maurilo Andreas
o cara do Pastelzinho



Desperte para Vida

Gosto de beber um café para me despertar pela manhã. E foi com bons olhos que vi o
filme criado pela agência Twofifteen Maccan de São Francisco, EUA, para o Nescafé. Sempre é tempo para despertar para a vida.


Via Fábio Debrot

Errar duas vezes já é...

Foi um auê na imprensa quando a Petrobras, em 2009, tornou pública todas as respostas dadas à imprensa em seu blog corporativo. A tentativa era gerenciar a crise que se instalava uma vez que a empresa era alvo de uma CPI no Congresso.

Dois anos depois, é a vez do Ministério do Trabalho publicar as respostas de emails enviados por jornalistas com questões sobre as acusações contra Carlos Luppi. A justificativa de "levar mais transparência aos questionamentos" não cola. Isso é furar qualquer reportagem, prejudicar qualquer jornalista que queira sair do lugar comum e do "oficialismo", buscando novas abordagens.

Claro que as manifestações de repúdio vieram de todos os lados. Assim como em 2009. Em comunicação, não há nada pior do que repetir estratégia errada... O blog já foi devidamente retirado do ar.

A "nova" onda do suco

O anúncio da compra da fabricante de sucos Evolution Fresh pela Starbucks abre espaço para uma nova perspectiva: transformar o consumo de sucos em uma experiência diferenciada de compra - assim como a empresa americana já fez com o café.

Qual o segredo de transformar uma comodity em uma experiência pessoal? Li a matéria e já fiquei pensando se o que eles querem fazer já não existe por aqui - claro que em versões mini-micros. Afinal, quem não curtiu uma manhã de domingo ensolarada tomando um suco no Nectar da Serra? Fazer caminhada na Bandeirantes e terminar se refrescando com o suco de abacaxi+gengibre+laranja já não é transformar o suco nosso de cada dia em algo especial?

Vamos ver o que eles inventam - e se "pega" do lado de baixo do Equador.

Coisas que sua avó pode te ensinar sobre mídias sociais

Muito legal o artigo sobre mídias sociais publicado no socialmidiatoday.com. Ele nos ensina que as boas maneiras ensinadas pelos avós podem - e devem - pautar o dia a dia dos relacionamentos sociais também. Vejam alguns dos ensinamentos:

- Cuide das boas maneiras: mesmo sendo um ambiente virtual, é ainda uma interação social: tem regras e padrões. Se você for um idiota aqui, terá poucos amigos.

- Apresente-se direito: a forma como você se apresenta no mundo virtual é tão importante quanto no mundo real. Pense sempre em como será percebido pelos outros.

- Agradeça: as pessoas sempre ficam felizes ao receber um obrigado. Não é difícil transformar um conhecido em um amigo, desde que as interações sejam verdadeiras.

- Tire os cotovelos da mesa: agir respeitosamente com os outros mostra que você os valoriza; e eles o valorizarão de volta. Em mídias sociais tudo gira em torno de valorização.

- Abaixe o som: não faça do mundo virtual um lugar barulhento e ruidoso. Ouça o que quiser em seus espaços, mas quando suas preferências começarem a distrair os outros, eles te deletarão.

- Começe o que terminou: quando você decide fazer parte de uma comunidade, comprometa-se. Se você está lá, esteja disponível para interações.

- Termine seus vegetais: alguns aspectos das mídias digitais não são sexy, mas isso não significa que não sejam importantes para seu crescimento.

- O que aconteceu com as velhas boas maneiras? Às vezes, todos os gadgets não são eficientes como o velho e-mail, um telefonema ou até mesmo o encontro presencial.

- O homem é bom na medida das suas palavras: a moeda da mídia social é a confiança. Se as pessoas não podem confiar em você, você não tem  nenhum valor para elas.

- Pense duas vezes antes de falar: O que você diz não tem volta. Especialmente nas mídias sociais, onde tudo o que se diz pode ser ouvido por qualquer pessoa.

Viu? Nada diferente daquilo que já nos foi ensinado na infância.

Que país é este?


A primeira reação da maioria dos meus colegas do curso de inglês quando mencionava que era brasileiro era soltar um "Wow!". Não era um wow de admiração, mas de "cara, você veio de muito longe" (o curso era em Londres). Sim, além dos estereótipos de país da violência, do futebol e do carnaval, nós somos de uma terra distante e desconhecida. Um lugar que, para se chegar, deve-se sobrevoar muitas e muitas horas o oceano. 

Não somos completamente ignorados: eles sabem que a capital é Brasília, já ouviram falar de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Pelé e de Lula. Um italiano até conhecia o Cruzeiro. "The blue team from São Paulo", ele falou com um sorriso.

Mas somos completamente desconhecidos a ponto de uma iraniana demonstrar, apenas com uma pergunta, que todo o esforço do nosso ex-ministro de Relações Exteriores em se aproximar do Irã foi completamente em vão:  "Por que você está fazendo aula de inglês? Lá na América vocês todos não falam inglês?". A pergunta soou como uma bomba. Pelo menos ela sabia que o Brasil ficava na América. Mas para evitar qualquer equívoco de endereço, expliquei que não éramos parte dos Estados Unidos da América. A América que fala inglês fica ao norte, o Brasil está ao sul, bem longe. 

E as perguntas continuaram:
- Vocês também têm engarrafamento no Brasil?
Infelizmente. 
- Você vive perto de uma floresta?
Não e nunca visitei uma. 
- Não é verdade que, no Brasil, as mulheres são todas mulatas por causa do sol?
É claro que não. 
- Qual é o nome da sua moeda?
Real.
- Me fale um gênio brasileiro que você admira?
Hum..., só me recordo de gênios do esporte. (Lá, Santos Dumont não é considerado o inventor do avião).
- Você não parece ser um brasileiro, e sim um turco, falou novamente a iraniana. Antes de eu poder perguntar para ela como seria um brasileiro, o professor achou melhor mudar o assunto da aula. 

Não sei se, em duas semanas de convivência, meus 11 colegas conseguiram conhecer um pouco mais sobre o Brasil. Mas duas semanas depois, eu descobri - em Istambul - que pelo menos em uma coisa a iraniana estava certa: eu tenho cara de turco.

neologismos

Primeiro foi a governabilidade. Devagarinho vieram chegando as outras: digestibilidade, bebabilidade, saudabilidade...

Hoje, vi uma escola que se diz movida pela educabilidade. Espanto. Espanto maior descobrir que a palavra existe (ao contrário de algumas aí de cima). Significa: qualidade de educável.

Vivendo e aprendendo.

Eu consumo livros - As crônicas de gelo e fogo




Quando começo a ler um livro que me prende, o mundo para lá fora. Quando a história é uma série com sete livros, me dá até comichão para chegar ao final. E o mundo para lá fora.

Assim tem sido com "As crônicas de gelo e fogo", de George R.R. Martin, saga que chegou ao Brasil pela série da HBO Game of Thrones, nome do primeiro livro da série. Não é a toa que já dizem por aí que o autor é o novo J.R.R Tolkien (Senhor dos anéis) e que a Guerra dos Tronos é o melhor livro de fantasia desde que o hobbit Bilbo Bolseiro pegou o anel.

Mistura tudo: guerras medievais, dragões, bruxas, disputas religiosas, mitologia e com um jeito muito peculiar e fácil de estruturar a história. Nem sempre o bem vence (na verdade, ainda não venceu, mas eu também não sei qual lado é mesmo o do bem ainda rs). No começo, a profusão de personagens, famílias e locais confunde um pouco o leitor, mas depois eles passam a fazer parte da vida da gente.

Enfim, começo hoje o livro 3 "Storm of swords", rezando para que os deuses antigos e os Sete Deuses protejam meus personagens favoritos - os que ainda estão vivos, porque vários já se foram. Afinal de contas, o inverno está chegando...

E a HBO, que não é boba, lançou várias lembrancinhas que remetem `a série, como o colar com pingente de ovo de dragão, o peso de papel em forma do trono mais disputado dos últimos tempos e, claro, camisetas mil.



Aqui, o primeiro capítulo da série, para dar um gostinho e te transformar também em um fã da série (eu contagiei toda a família: marido, cunhados, sogra, sobrinha rs).

Eu tomo sim!

Pesquisa americana apontou que pessoas que trabalham com marketing e com relações públicas estão em segundo lugar na lista dos profissionais que mais tomam café (só perdem para cientistas). Ainda na lista dos Top 5, editores e escritores ocupam a quarta posição.

As coisas melhoraram de um ano pra cá (ou não, depende do ponto de vista), pois no ranking de 2010 marketing e PR estavam no nono lugar.  O que mostra que a vidinha não anda fácil e o café merece um viva!

A pesquisa é da CareerBuilder e do Dunkin'Donuts e mostra as 15 profissões cujos trabalhadores precisam de (e tomam) café para segurar o rojão do dia a dia.

E aí, topa um cafezinho depois deste bate-papo?


Rica e fresca

Ela não come ovo caipira, muito menos a galinha. Só se for de granja, mais limpinho.
Não come abacate, nem sardinha. E por aí a lista vai.
Para justificar seus gostos e manias, que não condizem com sua realidade, uma simples explicação: na encarnação passada, fui rica e fresca. Nesta, só voltei fresca...

Imaginário Publicitário

Há mitos em todas as profissões que, no caso da publicidade, são muito bem alimentados pelos profissionais da área. Como neste bom filme feito pela Almap para a Panamericana Escola de Arte e Design. Onde qualquer semelhança com a vida real não passa de um puro desejo.



Via Fabio Debrot

E a cara de pau...

Falei num post anterior sobre como a Gisele Bündchen consegue ser poderosa, usando sua imagem para vender produtos tão diversos quanto Vivara e C&A. Na última semana, dando uma volta nas lojas do Barro Preto (tradicional bairro de lojas de roupas de BH, com foco em venda por atacado), qual foi minha surpresa ao ver um poster grande da Vivara dentro de um lojão de vestidos de festa.

Curiosa, entrei para ver. Embaixo do poster estavam as imitações das joias usadas, acessíveis pela bagatela de R$ 80 o conjunto brinco+anel. E a cara da vendedora nem ficou vermelha ao me perguntar se eu estava interessada. Na verdade, até que estou, mas na versão original. Só preciso ganhar na megasena...

3 dias depois... a resposta

Três dias depois de instalar o telefone no condomínio (veja aqui), a operadora que vive em seu próprio mundo liga no meu celular.

- Senhor, no sistema consta que você tentou contratar um dos nossos serviços. Estou ligando para saber se tudo deu certo.
- Deu tudo certo: vocês não me atenderam e eu contratei a Oi.
- Ah... há algo mais em que posso ajudá-lo, senhor?
- Adivinha.

Padrão de beleza

Negra, morena, loira. Alta, baixa, gorda, magra. O que significa ser bonita para você? Para muitos - muitas, na verdade - significa ter olhos grandes.

Fiquei impressionada com o trailer do documentário que está sendo produzido pela americana Kelley Katzenmeyer, uma jovem de 19 anos. No início, sua intenção era mostrar o estresse vivido pelos estudantes de high school da Coreia do Sul - daí o nome do filme Korean High School. Eles passam cerca de 16 horas por dia em sala de aula, preparando-se para uma prova de 9 horas que, de alguma forma, define seu futuro.

Mas outro aspecto de estresse emocional chamou a atenção de Kelly: o desejo - profundo - das adolescentes de terem olhos grandes. Algo completamente contra a natureza e o biotipo coreano. Mas para elas, serem bonitas significa ter a “Sang-Ka-Pul”, a dobrinha que temos na pálpebra. Sonham com a cirurgia plástica. E enquanto ela não vem, usam uma cola para criar uma falsa... Na foto abaixo, estudante mostra a cola e a pinça usada para fazer o visual.


O filme é produzido com recursos angariados através do site kickstarter.

Eu consumo livros: O que será o amanhã?

Em seu livro "O valor do amanhã", Eduardo Giannetti discorre sobre uma das mais angustiantes dualidades humana: aproveitar o presente ou se preparar para o futuro? 

O velho encontro entre a cigarra e a formiga mostrado pela ótica dos juros (a remuneração pelo investimento, não necessariamente  restrito ao mundo das finanças). Um livro muito interessante que não dá receitas e nem fornece fórmulas que poderiam deixar este processo de escolha menos sofrido. Mas que cita mecanismos de motivação que nos levam a escolher, resumidos na percepção da recompensa em adiar um consumo.

Atendimento ao consumidor

O mercado em determinados setores da economia deve estar muito bom porque só mesmo uma chuva de clientes na horta de algumas empresas para justificar a sobrevivência delas mesmo com o péssimo atendimento ao cliente.

No setor de telefonia, é chover no molhado. O mal atendimento já se tornou um problema crônico, mas acho que uma empresa, que vive em seu próprio mundo, consegue se destacar. Para fazer um pedido para a contratação de um serviço foram necessárias 7 ligações para 4 números diferentes, vários minutos de espera e outros tantos de conversa para, no fim, o atendente me avisar que eu teria que ligar para outro número de telefone, um dos 4 que eu já havia ligado antes - somente neste número seria possível atender minha solicitação.

- Posso te ajudar em mais alguma coisa, senhor?
- Éh... sim, você tem o telefone da Oi fácil aí?
- Ahn... como, senhor?

Outro mercado que deve estar nadando de braçadas é o de Chaveiros. Até virar síndico, não imaginava o tamanho da demanda deste setor. Para ser atendido no dia, é preciso ter um contrato de prestação de serviço mensal com uma empresa (sim, é um padrão recorrente para as empresas do setor). O atendimento de emergência, quando se está com sorte, demora algumas horas. Já demorou dois dias. Essa espera é só para averiguar o problema, sem contar o tempo para o reparo.

Ainda têm as construtoras, que demoram em média uma semana para responder a uma solicitação, outra para aparecerem no local e outra para enviar o orçamento. Quer dizer: uma construtora enviou o orçamento neste prazo; as outras não cumpriram sua promessa.

Acho que ainda terei outras histórias não muito boas sobre atendimento ao cliente para contar.

O melhor preço

Buscar o melhor preço na melhor qualidade é um desafio diário de quem faz supermercado. Aliar a localização a esta equação é ainda mais difícil. Para facilitar, o site da Proteste traz o Guia de Preços de Supermercados. É possível pesquisar por cidade, região e também por tipo de mercadoria comprada (alimentos perecíveis, bazar, limpeza etc).

Fica a dica.

Ela é poderosa

Analisar a carreira de Gisele Bündchen é sempre interessante. Ela, como poucas, pode ser chamada de camaleoa. Transita da alta moda para o fast fashion num piscar de olhos. E vende, seja lá o que for. Percebi, mais uma vez, a prova de sua versatilidade ao andar pelo BH Shopping no último fim de semana. De um lado do corredor do mall, Gisele estampa a vitrine da C&A com sua coleção de roupas. E é só virar o rosto para o outro lado do corredor para ver a mesma Gisele como garota-propaganda da Vivara.

 versão pop

versão diva

Filosofia moderna

"Nóis da roça gosta deste tipo de carroça"
Frase básica escrita na traseira de uma Hilux cabine dupla em plena Av. Nossa Senhora do Carmo. Placa de Uberaba: tempos de interior moderno.

Não quero consumir

Se tem uma coisa que é difícil aceitar é ir ao cinema e ainda ver filme ruim. Dia corrido, sem tempo para nada, é um sufoco resolver dedicar duas horinhas para o lazer. E se tem uma coisa que os americanos fazem bem é trailer de filme e, diante disso, nos vimos sentadinhos no cinema para assistir a Professora Sem Classe, com a Cameron Diaz.

Ainda bem que era dia de cinema em promoção, pagamos meia entrada e nem gastamos com a pipoca. Porque consumir coisa ruim ninguém merece.

Respeito ao cliente

Quantas empresas oferecem descontos para novos clientes e não estendem esse benefício para os seus atuais consumidores?

Mas nem todas são assim. Depois de não alcançar as metas de vendas traçadas para o lançamento do jogo Nitendo 3DS, a diretoria da Nitendo reduziu o preço do produto em quase 1/3 (The Wall Street Journal). Um bela redução que deixaria qualquer pessoa com raiva por ter sido um dos primeiros a comprar o produto. Isso, em apenas 6 meses após o lançamento do jogo. Para amenizar a frustração dos consumidores pioneiros, a empresa ofereceu jogos de graça para esses clientes. Claro que essa ação não evitará um certo desgaste com a imagem da empresa mas já é um bom indício de respeito ao consumidor.

Via Júlio César


D. Joaquina do Pompéu

Será inaugurado dia 20 de agosto em Pompéu, terra dos meus antepassados, o Centro de Cultura Dona Joaquina do Pompéu. Cresci ouvindo histórias desta matriarca da família (sou a quinta geração dela) - uma mulher forte e corajosa para seu tempo - uma das mulheres mais ricas e poderosas do século XIX.

Sua história é cercada de contos e causos, como pode ser visto no livro Sinhá Brava (seu apelido carinhoso rs), de Agripa de Vasconcelos. E já não era sem tempo para a cidade adotada por ela prestar-lhe uma homenagem com a abertura de um centro cultural para preservar não só sua história, mas também a de Minas Gerais e do Brasil - pois elas se confundem em alguns pontos.

No site da prefeitura de Pompéu, um pouco da história oficial. Já aqui, a história com um pouco mais de análise. Mas o mais importante, a meu ver, é saber que teve uma mulher, no início do século XIX, posicionando-se com firmeza e autoridade em um mundo machista. E, claro, que ela é minha avó.

PS: No Acervo Público Mineiro, mais informações sobre ela.

Luta inglória

Para minha irmã e minha sobrinha, que adoram estes bichos malucos.







Tem mais aqui.

Vale rezar

O setor de livros religiosos foi o que mais cresceu no último ano, segundo estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. Enquanto o setor como um todo cresceu 13%, o número de livros religiosos vendidos aumentou cerca de 40% comparando 2010 com 2009. Mérito para Ágape, do padre Marcelo Rossi, que sozinho é responsável por mais de 5 milhões de cópias vendidas.

A pesquisa foi encomendada pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros e pela Câmera Brasileira do Livro. Outra notícia boa da pesquisa é que o preço médio do livro caiu 3,5%. Pouco. Mas já é alguma coisa...

Não li e não posso comentar. Alguém leu?

E viva o supérfluo

Matéria da Folha traz análise interessante: com a crise que assola a Europa, os moradores estão substituindo grandes gastos por pequenas regalias diárias. Os britânicos, por exemplo, passaram a consumir 12% mais chocolate. Já 56% dos italianos diminuiram seus gastos com saídas noturnas, mas - terra da boa mesa e culinária - aumentaram a compra de ingredientes finos para cozinhar em casa.

Vejam trecho interessante da matéria:

Cervejas premium respondem por 31% do mercado britânico total, hoje, ante 24% uma década atrás. As pessoas compensam nos produtos de uso cotidiano o consumo mais luxuoso que tiveram de abandonar. Isso explica a alta nas vendas dos xampus mais caros vendidos pela Unilever. "As mulheres estão indo menos ao cabeleireiro", diz Paul Pohlman, presidente-executivo da Unilever. "Com isso, economizam US$ 80." E uma pequena porção dessa economia permite trocar de xampu e comprar um produto mais caro.
Para fechar, um recado do vice-presidente de tendências mundiais da Nielsen, James Russo: a tendência ao consumo de supérfluos veio para ficar.



Top 10 do retorno financeiro

Vendo a lista dos mais lucrativos filmes do cinema, percebo que não ajudei a incrementar a conta bancária de muitos. Ou seja, da mesma forma que as pessoas se assustam quando conto que não vi A Lagoa Azul, tenho que admitir que também não vi algumas das produções abaixo.

A novidade da semana é que a última parte de Harry Potter alcançou, no último fim de semana, o posto de terceiro filme mais rentável. Mas James Cameron ainda continua imbatível.

Avatar – US$ 2,782.3 bilhões
Titanic – US$ 1,843.2 bilhão
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte II – US$ 1,133.9 bilhão
O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei – US$ 1,119.1 bilhão
Piratas do Caribe: O Baú da Morte – US$ 1,066.2 bilhão
Toy Story 3 – US$ 1,063.2 bilhão
Transformers: O Lado Oculto da Lua – US$ 1,037.7 bilhão
Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas – US$ 1,037.1 bilhão
Alice no País das Maravilhas – US$ 1,024.3 bilhão
Batman - O Cavaleiro das Trevas – US$ 1,001.9 bilhão



Fonte: UOL

Rompendo limite

Há algum tempo, a arte rompeu as fronteiras da tela e o artista francês Shaka expressa essa ideia literalmente em algumas de suas obras expostas na Galeria 208 de Paris. Um trabalho muito bom em 3 dimensões que vale uma visita. Nem que seja virtualmente.





Via Fubiz

Comércio da insegurança

Nos últimos 3 meses, entraram no meu carro para roubar o estepe, invadiram a casa dos meus pais e levaram quase tudo e entraram no meu prédio para furtar os móveis da recepção. Levando-se em conta que o arrombamento do carro ocorreu em frente ao 12º Batalhão de Infantaria, não entrarei no assunto sobre o aumento da violência em BH mas, sim, no da indústria da segurança.

Depois destes fatos, procurei e encontrei produtos os quais nunca havia sequer notado a existência. Desde protetores contra roubos de estepe (descobri ainda na delegacia fazendo boletim de ocorrência que esse roubo é muito comum) e protetores de bateria (para dificultar o desligamento do alarme de carro), a portas de aço com seis trincos para casa, passando por várias tecnologias de circuito interno de TV. Hoje há uma infinidade de produtos e serviços que prometem amenizar a sensação de insegurança e a retardar a ação de criminosos. 

Apenas retardar, porque, não importava o produto ou serviço oferecido, a frase mais pronuciada era que se um ladrão quiser entrar, ele entra. Nada animador, mas pelo menos as empresas desse setor com as quais tive contato foram honestas. Já é um começo.

Para entrar no clima do fim de semana - caipirinha ou café

Toda sexta-feira o jornalista Carlos Alberto Sardenberg, da CBN, promove a enquete que dá o tom dos ouvintes para o fim de semana: pé na jaca ou temperança? Os ouvintes votam e eu, normalmente voltando do almoço, respondo em voz alta no carro de acordo com meus planos para o finde.

Nesta brincadeira, vi hoje dois produtos que refletem minha indecisão de hoje.

O primeiro é uma linha de cosméticos com fragrância de caipirinha da Ginuk.


Se o pé na jaca não é real, ao menos deixa um cheirinho...


E o outro são os produtos da kapeh, feitos à base de café.


Para a temperança vir ao menos no olfato...

Dentro das 4 linhas da telinha, a Argentina é a melhor

Hoje recebi duas propagandas argentinas e me dei conta que, quando o tema é futebol, a publicidade de los hermanos ganha de goleada. Vejam o tira-teima com outros dois vídeos que ficaram gravados na minha memória.







Namaste

O Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em você. Esta saudação indiana que está logo no início do cardápio do restaurante Bhagwan era um prenúncio da excelente refeição que teríamos.


Claro que até o momento da chegada ao restaurante, embora muito bem recomendado pelo blog do Girão, não sabíamos o que esperar. Uma comida que desconhecia, um lugar acanhado e no caminho da casa dos meus pais - por onde passei varías vezes sem ao menos notar sua existência ao longo de quase dois anos. 


Mas logo na entrada a qualidade da comida já eleminou toda minha desconfiança com relação ao lugar. E mais, me surpreendi fazendos planos para voltar ao restaurante antes mesmo de comer a sobremesa.


E pela boa experiência, não só voltarei como recomendo a quem se interessar. O restaurante indiano Bhagwan fica na Rua Conselheiro Lafaiete, 771, Sagrada Família.



Leis

Gosto quando o conhecimento vem organizado em forma de dicas, regras, tópicos com frases de efeito. Fica fácil aprendê-lo e disseminá-lo. Por isso gostei tanto da análise do consultor Ken Milloy, da Milloy Management Consultants Inc., do Canadá, sobre comunicação interna nas empresas. São conhecimentos e orientações básicas - que a gente aprende nos primeiros capítulos de qualquer livro de comunicação interna - mas que às vezes vemos muitas empresas não conseguindo aplicá-los.


11 leis da Comunicação Interna
Não vou aqui listar todas (vale ler aqui, com a explicação de cada lei). Deixo só um gostinho para quem quiser saber mais:




1. Lei do Mito da Comunicação Interna - ou: Informação não é comunicação.
2. Lei da Candura - ou: Empregados são adultos. Diga-lhes a verdade e nada mais.
3. Lei da Alavancagem Estratégica - ou: Se você (ou a comunicação) não está focado na estratégia da empresa, você está jogando errado.
5.Lei da Intenção - ou: Antes de começar a comunicar, tenha claro o que precisa mudar e quais comportamentos você quer desenvolver.

Para quem gosta do assunto, o artigo é imperdível.

Simples assim

Mais uma da série "por que diabos eu não pensei nisso antes?" Uma daquelas ideias que parecem óbvias depois de criadas (é claro) e que passam o recado com extrema eficiência.


Muito bom esse trabalho da DPZ para o tira manchas Vantage.

Via Comunicadores (dica de Fábio Debrot)

E aí? O que você quer com as mídias sociais?

Este cartoon ilustra bem como muitas pessoas se comportam nas mídias sociais. Pensam na ferramenta pela ferramenta, ficam deslumbradas com a quantidade de interações possíveis mas sempre vem a pergunta: para quê? Que mensagem quer ser passada, qual o objetivo das ferramentas?

São poucas as empresas que têm a resposta clara para estas questões. Mesmo nas ferramentas de comunicação off line - não sabem porque têm um jornal interno ou uma revista. Têm porque acreditam que é legal ter. Mas sem objetivos, não há como atingir resultados.

O mesmo vale para as mídias sociais. Quem tem claro qual seu objetivo está à frente de seus concorrentes e fazendo trabalhos de destaque na web.

E a sua empresa, sabe porque quer usar as ferramentas, sejam on ou off line?

The book isn't on the table anymore

Graças a uma grande insistência de minha mãe, aprendi a gostar de livros. E, por consequência, sinto prazer em frenquentar livrarias. Entretanto, embora entre em uma livraria ao menos duas vezes por mês, não compro livros nestes locais há bastante tempo. Entro, procuro as novidades, dou uma olhada nos livros mais vendidos, folheio os que acho mais interessantes e procuro uma mesa. Sim, uma mesa. Ultimamente, meu consumo em livrarias se resume em café com pão de queijo ou em Heinekens com sanduiche. 

Não parei de comprar livros, só não os compro mais em livrarias. Os dois últimos exemplares adquiridos pelo site de uma livraria estavam com o preço 27% menor do que os praticados em uma loja real da mesma empresa. Ok, tem o custo do aluguel, dos funcionários, entre outros, mas a diferença é muito grande para uma única vantagem que é a compra imediata. Refletindo sobre o meu novo hábito de consumo, apereceram algumas dúvidas. Até quando uma livraria física continuará economicamente viável? Será que as livrarias se transformarão em um local para degustação? Dúvidas que apareceram sem ao menos considerar os Ipads e kindles da vida. Mas isso fica para uma outra reflexão.

Novidade no mercado

Já está no mercado um produto que vai fazer muita gente feliz. O LacFree é o primeiro iogurte 0% lactose do país - e orgulhosamente mineiro. Descobri nos últimos meses que intolerância a alguns alimentos é mais comum do que se imagina (eu que o diga - sai de mim, glutem). E, no caso da lactose, tem gente que tem alguma intolerância e nem percebe: toma iogurte, sente desconforto, gases, digestão pesada e nem imagina a causa.

E, ao contrário do suposto ao se pensar em um produto tão de nicho, o preço é acessível e o sabor, normal.
Fica a dica.

A melhor cobertura

Hoje, o discurso das empresas de telefonia celular sobre ter a melhor cobertura não tem a menor relevância para mim. Entretanto, gostei muito da direção de arte da campanha da AT&T sobre esse tema. Pena que não tive tempo de descobrir qual foi a agência responsável pelo trabalho.




Dá para ser jornalista sem diploma?

O jornal Diário da Região, de São José do Rio Preto, publicou ontem 04/07 um anúncio para contratar jornalistas sem graduação específica na área. A discussão sobre a necessidade de diplomas de jornalistas é antiga, mas a grande surpresa foi um veículo de mídia admitir abertamente que não exigirá o diploma.

Procurado pelo site Comunique-se, o jornal alegou que para matérias especiais deste novo projeto, como crônicas e matérias de comportamento, não há necessidade de formação técnica de jornalista. O mais interessante é que o Diário da Região publicou, há dois anos, um editorial a favor do diploma. Matéria completa  e o editorial aqui, no Comunique-se.

Para pautar o trabalho

"Quando escrevo um anúncio, não quero que você diga que o acha criativo. Quero que você o considere tão interessante que vá comprar o produto"
David Ogilvy

Publicidade é essa Coca-Cola toda

Muito boa a paródia do comercial da Coca Cola feita pelo Clube de Criação do Rio de Janeiro para divulgar o seu programa de estágio Clube do Futuro.



Via Priscilla Diniz

Arte nas ruas

O francês Christian Guémy tem surpreendido e alegrado as ruas de várias cidades do mundo. Compartilho um pouco do seu trabalho para alegrar o dia. Peguei apenas dois temas - mulheres e gatos - mas o trabalho dele é bem mais amplo. Vale conferir.





Tudo se transforma

Não há mágica. A  inovação vem da combinação e da transformação de elementos existentes. Um conceito já conhecido e bem diferente da cópia ou plágio.

Kirby Fergudon apresenta muito bem essa ideia em seus vídeos sobre criatividade "Everything is a Remix". Abaixo, o terceiro vídeo (de quatro) sobre o processo de criação.


Everything is a Remix Part 3 from Kirby Ferguson on Vimeo.


Via Brain Pickings

Elas vão desaparecer

O site americano 24/7 Wall St. publica todo ano uma lista de 10 marcas que deve desaparecer no ano seguinte. Na última semana, eles publicaram a lista das que devem sumir do mercado até 2012 e fizeram uma análise de como vão as marcas que eles previram que deixariam de existir este ano. Algumas estão a caminho do fim, como a Blockbuster, mas outras vão bem, obrigada, como a Kia.

No balanço geral, parece que eles acertam consideravelmente bem. Para fazer a lista, eles levam em conta, entre outros critérios, queda nas vendas; companhias que foram compradas por outras ou que estão a caminho da falência.

Assim, segue a lista das que sumirão do mapa até 2012:

1. Sony Pictures
2. A&W
3. Saab
4. American Apparel
5. Sears
6. Sony Ericsson
7. Kellogg’s Corn Pops
8. MySpace
9. Soap Opera Digest
10. Nokia

Para saber porque cada empresa está nesta lista, clique aqui.

Eu me esqueci, dona Liene

Com duas boas indicações de amigos, chamamos um marceneiro para trocar as portas do guarda-roupas e uma porta do banheiro daqui de casa. Tudo ia muito bem: sujeito simpático, dava boas ideias, preço interessante e entrega no prazo.

Bom demais para ser real, não? Pois é. A lua de mel acabou quando percebemos, dois dias depois que ele foi embora com o restante do pagamento, que ele tirou as dobradiças de outras portas da casa para recolocar a porta nova do banheiro. Sem me conter, liguei para ele:

- Oh, Fulano, você esqueceu as dobradiças da porta do banheiro e tirou as das portas que estavam ok para instalar a nova. Isso não se faz, quero ver que dia você vai me devolver as dobradiças para deixar tudo como estava.

- Dona Liene. Eu me esqueci de contar. Saí daí aquele dia tão cansado e esqueci de contar. Mas já estou com as dobradiças novas para entregar para a senhora.

Desculpa mais esfarrapada eu desconheço. Jurou que entrega nesta segunda. Não tinha como existir marceneiro sem problemas.

Ah, mesmo com uma memória tão ruim, ele não se esqueceu de descontar o cheque...

Sem surpresas - dica

Adorei o site http://www.tarifadetaxi.com.br/. Ele calcula - bem próximo da realidade - o valor da tarifa entre dois destinos. Fiz um teste usando como referência o trajeto casa/trabalho e a diferença foi de centavos.

Quanto você vale?

Já se imaginou sendo negociado como um ativo em uma bolsa de valores? Pois é, a Empire Avenue não só imaginou como tenta tranformar essa ideia em um negócio.

O site Empire Avenue é uma espécie de bolsa de valores das mídias sociais. O perfil de usuários de algumas redes como Twitter, Facebook e Linkedin é transformado em ação. Quanto mais interativo a pessoa for nesses sites de relacionamento, mais suas ações irão se valorizar.

De cara, são emitidos 10 mil ações por perfil e o usuário recebe $ 1.500 em moeda virtual para entrar no mercado. A divulgação de suas ações nos sites de relacionamento rendem mais dinheiro virtual e os jogadores ainda podem comprar a moeda virtual pagando com moeda real, é claro (6.000 do dinheiro virtual valem  dólares). Um bom artifício não só para o jogador não deixar o seu perfil desvalorizar como para o site obter receitas reais.

Por enquanto, o site é visto como um jogo mas, a expectativa da empresa é transformá-lo em um grande negócio. Veja a matéria sobre o Empire Avenue no site da revista Exame.

Virtualmente real

Você poderia imaginar  como seria estranho se o comportamento de algumas pessoas nas redes sociais fosse reproduzido na vida real?

Bem, este vídeo da English National Opera mostra. (via Blog daYoung).

Simples assim

Sempre percebi uma certa dificuldade nas pessoas que estão fora do mercado de comunicação entenderem o meu trabalho. E foi com uma grande dose de admiração que vi toda a complexidade do trabalho em criação ser resumido brilhantemente em apenas 3 gráficos. 


Eles foram criados pelo ilustrador Christoph Niemann e apresentados na palestra proferida pelo Creative Mornigs logo a baixo.

2011/04 Christoph Niemann from CreativeMornings on Vimeo.



Eduardo e Mônica




Um jeito diferente de homenagear o Dia dos Namorados. Sem cair no clichê, a Vivo dá vida - e imagens - ao clássico Eduardo e Mônica. Quem não cantou esta música na adolescência que levante a mão...

Um pouco de amor

Com o dia dos namorados chegando, algumas propagandas começam a fazer bonito, reforçando o conceito da marca e tocando os corações de maneira inteligente e sensível.

Fazendo Escola

Há algum tempo, as propagandas de grandes varejistas de eletrodoméstico são fontes de inspiração para a maioria das campanhas publicitárias de varejo no Brasil. E algumas, mesmo tendo saido do ar há muito tempo, continuam martelando a cabeça dos consumidores.


Quem não se lembra do garoto-propaganda das Casas Bahia gritando a celebre pergunta: "quer pagar quanto?" Pois é, o carinha gritou tanto que parece que até o Google escutou e se inspirou no seu apelo (google.com/webfonts).


Se foi uma inspiração ou mera coincidência não tem a menor importância. O bacana é que a gigante da web não contratou os serviços daquele garoto-propaganda. Embora nem precisasse. Pois, bastou eu ler a frase em inglês para que a pergunta, na voz daquele sujeito, ficasse ecoando em meu cérebro.

Fazer o quê?

via Julio César

Eu gosto de quem consome...

... livros! Por isso adorei conhecer o site da jornalista Sabrina Abreu. Ao invés de postar looks diários, ela coloca no blog books diários. Já era fã dela por vários motivos - e achei mais um.

Pra quem quiser conferir: http://www.sabrinaabreu.com.br/

Ideias - e banheiros - coloridos

Já tinha falado aqui no blog dos papeis higiênicos da Renova, que viraram até business case nas melhores escolas de negócio do mundo. Esta semana, descobri que já chegaram no Brasil. Em BH, o Verdemar ficou mais colorido.

Semana da Comunicação

Na próxima segunda, eu e Flávia Rios, diretora da Rede Comunicação de Resultado, participaremos de um painel na 5a Semana da Comunicação da Faculdade Pitágoras. O tema é Comunicação empresarial e futuro. O que esperar dessa combinação? e vamos compartilhar com os alunos de jornalismo e publicidade vivências nos caminhos da comunicação empresarial, discutindo como os futuros profissionais podem construir seus destinos dentro da comunicação corporativa.

Dedos cruzados e frio na barriga...

Enfim, festas juninas!

Se tem uma época do ano que eu adoro é junho e suas festas maravilhosas. O que significa comidas maravilhosas também. Por isso fiquei feliz ao ver que a Yoki criou um canal no youtube para falar de receitas de festas juninas. Delícia! Adorei a ideia. Olhe esta só para dar um gostinho...




Hum... alguém sabe de uma festa junina boa por aí?

Sua agência de comunicação vale a pena?

É da The Idea Grove, uma agência de PR americana, o quiz abaixo. Ele propõe ao cliente de uma agência de comunicação empresarial parar para pensar se o que tem sido feito é realmente relevante e justificável - principalmente quando o assunto é assessoria de imprensa.

Responda sim ou não para o questionário abaixo e veja se você está fazendo seu trabalho corretamente (caso seja um colega) ou se sua agência está trabalhando direitinho (se você estiver na posição de cliente).


1. Do you routinely catch careless typos and factual inaccuracies in agency-drafted news releases?

2. Do agency-drafted news releases typically exhibit only a superficial understanding of your business?

3. Do agency-drafted news releases too often miss the point, burying important information?

4. Does the agency ask you for ideas more often than it provides you with ideas?

5. Does the agency seem to think PR stands for "press release," churning out releases but not offering other, more creative ways to build your brand?

6. Do agency representatives get the names or titles of your company's senior executives wrong in correspondence and/or conversation?

7. Examine the media list your PR firm uses when distributing your news releases. Are there more than a few inappropriate publications or out-of-date contacts on the list?

8. Do the agency representatives who pitch your company to media on the phone have only a superficial understanding of what your company does?

9. Has the agency ever arranged a meeting with a reporter and your company's executives that didn't seem to have a well-thought-out objective?

10. Has your primary agency contact person changed more than once in the past 12 months?

11. Does your primary contact person seem inexperienced or immature?

12. When you have a problem or concern, must your primary contact generally talk with a supervisor before responding to you?

13. Does the agency send a senior executive to meet with you every couple of months to smooth over complaints about the firm's performance?

14. Does the agency miss deadlines or seem to always be scrambling at the last minute to meet them?

15. Has a journalist ever complained to you about your PR agency?

16. Are the agency's billing statements confusing, so that you're not sure exactly what you're paying for?

17. Does the agency hem and haw when asked the hourly rates of various personnel on your account?

18. Do the agency's billing statements show that more time is spent on client relations (e.g., meetings and correspondence with you) than on actual client service?

19. Does the agency boast about delivering measurable results, but then only give you a list of press mentions that mean nothing to your company's executives?

20. Does it seem like the agency's heart isn't really in it - that it's simply working to get a fee?
Um ponto para cada não respondido e eis o resultado:
18-20: You have good agency relationship. Nonetheless, we recommend you discuss your "yes" answers with the agency to clear the air on those issues.

14-17: You can do better. But can you avoid the hassle of finding a new agency by improving the current relationship? It may be worth a try. Have a heart-to-heart with your agency about your concerns and gauge their response. If they seem reenergized and refocused on your account, give them another two or three months - then take this test again.

0-13: This agency is not meeting your needs. You don't trust them and they're not giving their all for you. It's time to move on.

Algumas perguntas me saltam aos olhos, mas eu destaco a última, fundamental para que todas as outras aconteçam: será que o coração de sua agência está realmente neste trabalho, ou ela está trabalhando apenas para receber o fee mensal?

Interatividade

Que tal um filme de terror interativo? Para quem gosta de fortes emoções, o canal 13t Street, especializado em thrillers, filmes de terror e crimes, criou o projeto "Last Call": uma ação nos cinemas onde a protagonista do filme de terror liga para alguém da plateia pedindo ajuda. A interação se dá por meio de um software de reconhecimento de voz e o escolhido consegue interferir nas cenas do filme.



Parece que nem é tão novo assim (o vídeo no youtube é do ano passado), mas eu achei muito legal e me fez lembrar um livro da época da minha infância no qual o leitor era convidado a escolher o final e construir a história do acordo com o que desejava. Se não me engano, eram da série "E agora você decide". Queria poder ler algum de novo...

Twitter e TV

Este é um dos vídeos legais compartilhados por Marcelo Coutinho, professor da FGV e diretor de inteligência mercadológica do portal Terra, dentro da discussão sobre tendências das redes sociais da comunicação.

Comunicação na veia

Dois dias em São Paulo em um congresso internacional de comunicação (e um tempinho para visitar clientes) e as ideias voltam renovadas, a cabeça a mil. Quero compartilhar aqui algumas coisas muito legais que vi de palestrantes feras como Beth Saad e Marcelo Coutinho, só para citar alguns.

Da primeira, professora da USP e referência quando o assunto é mídia digital, vem a melhor definição do comunicador desejado nos dias de hoje. Vou chamar de a "teoria do C", numa livre adaptação/resumo.

comunicador tem que passar confiança, ter conteúdo e cultura. Só assim ele consegue entender o contexto onde está inserido e trabalhar dentro dos conceitos da colaboração e da conectividade. O trabalho (nas mídias sociais, principalmente) é feito gerenciando conteúdo e contexto de forma controlável (quando dito pelo próprio comunicador em nome da empresa, por exemplo), semicontrolável (no caso do que é dito por 'embaixadores da marca') e incontrolável (as pessoas de uma maneira geral).

Enfim, precisamos ser, antes de mais nada, gestor de um conjunto de Cs.

Quando o meio é a mensagem

Tão simples quanto bons os cartazes para a campanha contra a caça de baleias da Sea Shepherd.
Mais um trabalho da série "Por que não pensei nisso antes".