Caiu e ficou na rede

Quanto tempo você passa navegando pelas redes socias? De uma maneira bem-humorada a propaganda para o Vayo alerta para sintomas de viciados em redes sociais.

Literalmente

As vezes, ser literal pode significar simplicidade com muita eficência.


Chaves de fenda e phillips, mantenha sempre com você para aqueles reparos imprevisíveis.

Conectados

No dia a dia, vivemos uma imensa contradição. Ao mesmo tempo que nos distanciamos das pessoas, seja por excesso de trabalho ou falta de tempo, a tecnologia nos permite uma aproximação constante.

A distância e a proximidade provocadas pela tecnologia não é um assunto novo. Mas, ao organizar meus arquivos encontrei este filme da Bell de 2004 (se não me engano) e ainda me pareceu bem atual.

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Efeito colateral ou oportunidade de negócio?

Segundo pesquisa do IBGE (no site do UOL), a taxa de casamento no Brasil voltou a bater o recorde de 1995. Foi constatado que o número de pessoas que buscam a união estável tem crescido desde 2003 e a taxa de casamento (número de casamentos dividido pelo número de habitantes multiplicado por mil) voltou a atingir o pico de 6,7 no ano passado.

E para quem aposta que o casamento não é uma união tão estável assim, o próprio Uol mostra uma boa oportunidade de negócio. Uma doceria britânica criou bolos para comemorar a separação judicial. Nada mais oportunista.

É só fazer as contas, a taxa de casamento começou a crescer em 2003. Isso quer dizer que a crise dos 7 anos ocorrerá exatamente no ano que vem. Tempo suficiente para quem tenha dotes culinários e uma pitada de bom humor abrir o negócio e aproveitar o mercado.

Imagens dos bolos criados pela Pink Rose Cakes. Tem tudo para funcionar no Brasil.

O consumidor infantil

Ainda não tenho filhos, e deve ser por isso que me espanto como poder de influência dos pequenos consumidores nas escolhas dos produtos e serviços.

Não me refiro somente àquelas compras cala-a-boca - quando uma criança pede, chora, esperneia e o pai ou mãe, não aguentando mais a pressão, cede aos caprichos do pequeno ditador. Me refiro às pequenas escolhas do dia a dia.

Neste final de semana, o meu amigo e pai da minha afilhada estava em BH e me ligou para marcar um chopp.

- E aí, Eduardo? Sugere um lugar que eu possa levar as meninas.
- Pô, Léo, não faço a menor ideia. No shopping? Sei lá....

De repente, reconheço a vozinha da minha afilhada de três anos:
- Papai quero ir no Sico do Chuasco!

Fiquei todo orgulhoso por minha afilhada ter escolhido uma churrascaria. Pelo menos até chegar no Chico do Churrasco e entender o porque ela escolheu o local. Atravessando a rua já foi fácil identificar os caichinhos castanhos voando e o grande sorriso estampado no rosto da Camila se divertindo no pula-pula.

E se Harry Potter dirigisse a General Eletric?

Não. Eu não consigo imaginar nem busco uma resposta. Mas esse é o título de um dos inúmeros livros de autoajuda empresarial que podem ser encontrados por aí. Fiquei curiosa com o tema e resolvi elencar alguns cujos títulos são, no mínimo, interessantes.

- Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes.
- Os 7 hábitos dos adolescentes altamentes eficazes.
- O 8º hábito.

- Eu mexi no seu queijo.
- Chega de queijo: só quero sair da ratoeira.

E, pra terminar, a maior mostra de criatividade:

A arte da guerra para quem mexeu no queijo do pai rico.

Se alguém leu e quiser palpitar, seja bem-vindo. Se não leu, palpite também.

Fala a minha língua?

No português, República Checa já é um nome propício a piadinhas. Praga, definitivamente, não soa como um bom nome para uma capital. Agora, como se pode ver pela foto da vitrine de uma loja de roupas de lá, quem fala português pode se assustar ao tentar descobrir o preço de uma jaqueta.

O valor é compatível com os preços brasileiros, mas a piadinha é irresistível.

Para dormir com esta

"Visar a resultados que não podem ser alcançados – ou podem somente sob condições improváveis – não é ambição, é tolice."
Peter Drucker – Desafios Gerenciais para o século XXI.

Mundo da fantasia

Que o trânsito de BH está cada dia pior, não há dúvida. Que a disputa judicial contra o principal órgão regulador de trânsito da capital parece uma piada, também não. Agora, que o trânsito está parecendo uma grande brincadeira, foi novidade.

Ok, a máquina do meu Motorola é uma bosta, mas dá para ver os carros que saíram da TV. Só mesmo o furgão do Scooby-doo no BH Shopping e o carro do Ghostbusters para recuperar o humor nas ruas da cidade.

Tem, mas acabou

Este calor insano que faz em BH me lembrou um detalhe inacreditável da viagem de férias. Andamos vários quarteirões em Paris em busca da famosa sorveteria Maison Berthillon, que disputa o título de produzir o melhor sorvete do mundo.

Estávamos em agosto, pleno verão europeu e demos com a cara na porta. Na porta não, no cartaz que avisava que a família estava de férias e a loja reabriria em setembro. Tivemos de nos contentar em tomar o sorvete nos vários distribuidores espalhados pela cidade.

Esta realidade do cartazete avisando que a loja estava fechada foi uma constante também na Itália. Fiquei imaginando em pleno janeiro a gente indo para o Nordeste e encontrando uma plaquinha dizendo:

Também tô de férias. Abriremos depois do carnaval.

Tinta

Na infância, eu brincava muito com tintas. E para desespero da minha mãe, não via muita diferença entre um folha de papel e uma parede branca.

A tinta sempre foi uma grande diversão para mim. E depois de conhecer melhor o grande trabalho do fotógrafo Gabriel Wickbold me deu vontade de voltar à infância e jogar tinta para todo lado. Sem pretensão, apenas por diversão.




Fotos de Gabriel Wickbold

E o Rio continua sendo...

O Rio ganhou a final da Copa do Mundo, as Olimpíadas e o privilégio de ser escolhida como um dos cenários do jogo Modern Warfare 2.

É estranho ver a mesma cidade sendo palco de jogos que simbolizam paz e união e de jogos de guerra. Está certo que a cidade maravilhosa não é o único cenário do game. Mas soa mais realista um confronto numa favela carioca do que em um castelo Europeu.

Imagem do jogo: Cristo Redentor com os braços abertos.

Claro que essa é só a minha opinião e que não deve ser a mesma que a do Secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, José Maria Beltrane, que disse que o Rio não é violento e, sim, tem núcleos de violência. Pena que um jogo de palavras não resolva os problemas de uma cidade tão maravilhosa.

Ele morreu, ele morreu... será mesmo?

Na última edição da Revista Exame há uma matéria sobre a eventual morte do e-mail. Sim, aquele mecanismo de mensagens eletrônicas que a maioria das pessoas não sabem mais viver sem foi sentenciado à pena capital.

A revista aponta que as pessoas estão substituíndo a troca de informações através do e-mail pelas redes sociais e o twitter. Embora o tempo gasto em mensagens eletrônicas já seja a metade do tempo utilizado em comunicadores instantâneos, tinha achado a pena imposta ao e-mail muito severa. No mínimo, achava que a matéria divulgou uma tendência precocemente.

Mas isso foi até ter acesso ao Google Wave. Um comunicador instântaneo, colaborativo, onde se pode usar texto, vídeos, fotos e outras coisinhas a mais. Ainda estou engatinhando nesta ferramenta mas já passei a concordar com a revista. Acho que será questão de tempo para a maioria entrar nessa onda.

Atemporal

O ano está quase acabando mas, como o estúdio de design alemão Smyk acertou na mosca, achei que valeria mostrar, mesmo com tamanho atraso, o calendário de 2009 desenvolvido por eles.

Terra a vista.

Depois de muito tempo navegando por cafeterias agitadas e inconstantes, heis que surge um porto seguro.

Confesso que a terra prometida não é bem uma cafeteria, na verdade é uma chocolateria, mas a Doce Cacau do Pátio Savassi foi a única que conseguiu carregar o nosso barco de expectativas com louvor e manter o padrão de qualidade ao longo do tempo.

E a loja não se limitou em satisfazer nossas necessidades de um expresso bem tirado, num ambiente tranquilo para que pudéssemos recuperar nossa energia antes de voltamos para oceano de trabalho. Ela também oferece, para acompanhar o café, uma trufa divina que adoça até os piores redemoinhos de pensamentos. E não é só isso. Pela frequência de consumo, entramos no programa de fidelidade, o "Aqui tem expresso", no qual, depois de preencher uma cartela que marca a quantidade de expressos tomados na loja ganhamos uma Nhá Doce Cacau. E como o mar de novidades não é pequeno, ofereceram, hoje, ingressos para um espetáculo que eles patrocinam.

Tudo isso para sentirmos como se estivéssemos em casa. Na verdade, acho que o pessoal da Doce Cacau sente que somos de casa. Afinal, uma vez, nos pediram para tomar conta da loja em quanto a responsável iria entregar um documento na porta. Nada como encontrar terra firme.

Aparências enganam

O que vale mais? O exclusivo ou o popular?

Quando se pensa em um único produto a resposta é óbvia. Por definição, um produto exclusivo é mais caro do que sua versão popular. Mas quando se fala em pontos de venda a resposta não é tão clara.

Segundo a matéria da revista Exame, o valor do metro quadrado comercial no famoso reduto de camelôs de São Paulo, a rua 25 de Março, supera em R$ 3.000,00 o valor cobrado na rua Oscar Freire, palco das lojas mais exclusivas da cidade.

A 25 de março é um lugar surpreendente. Onde o status é conseguir o menor preço, menos no aluguel.