Ai meu saco.

Há coisas que só se aprende na prática. Até ficar sem diarista, Joãozinho não tinha a menor noção que roupas se dividiam em dois grande grupos: as que podem ir na máquina e as que devem ser lavadas à mão. E, para aumentar seu espanto, suas camisas pertencem ao segundo grupo.

Apesar do esquema de revezamento montado com sua mulher, ele não estava nada satisfeito com a situação. Sempre que estava em seu turno, ficava imaginando que deveria haver uma maneira mais prática de lavar e que não estragasse a roupa. Caramba, o homem já foi até a lua e ainda não resolveu este problema?

Já estava resignado a cumprir sua pena até poder contratar uma lavadeira novamente, quando trombou com a solução: um saco de lavar. Sim, um saco. Não é nada tecnológico, nem revolucionário. Apenas um saco de tramas onde você coloca as roupas que não podem ser lavadas diretamente na máquina. Um pequeno objeto para um homem, mas um grande poupador de tempo para a humanidade.

O saco salvador.

8 comentários:

danny falabella disse...

santa maria das lavadeiras falantes...onde se encontra um destes peloamordedeus???

Eduardo César disse...

Danny este foi encontrado pela internet (google: saco de lavar roupa) mas tenho notícias que há para vender numa lojinha de nome engraçado (que eu já esqueci qual é) na Av. Getúlio Vargas ao lado da TIM.

Liene Maciel disse...

Danny, foi lá na Gujoreba.

danny falabella disse...

Gojureba é tuuuuuudo!

Redatozim disse...

Haja saco. Ah, e eu que empilhava as roupas e tirava a lá de baixo só pra não ter que passar...

Eduardo César disse...

E funcionava Maurilo? Ou dava apenas um conforto psicológico? Se bem que, provavelmente, as roupas empilhadas deveriam ficar com o mesmo resultado que as que eu tentava passar.

Redatozim disse...

Era mais psicológico mesmo, Edu, mas como eu morava sozinho, tá valendo.

Eduardo César disse...

Imaginei. O padrão de qualidade realmente é outro enquanto solteiro.