Quanto maior a queda, mais importante é se reerguer

Depois de um abalo, não é fácil seguir em frente. Principalmente quando se é literalmente uma queda e sua empresa é uma companhia aérea.

A queda de um avião no rio Hudson, em Nova York, que poderia abalar a reputação da US Airways, mostrou que, com uma boa estratégia, pode-se recuperar a imagem da empresa. Segundo a revista Exame, além da habilidade do piloto, a agilidade do pessoal responsável pelo gerenciamento de crise foi fundamental para reduzir os possíveis danos à marca da empresa.

Rapidamente a US Airways cuidou para que os passageiros fossem dirigidos a hotéis ou, quem prefirisse, voltasse para casa. Quem não quis voar para casa foi de trem ou carro alugado. Ofereceu celulares e dinheiro aos passageiros para comprarem roupas e medicamentos além de reembolsar a passagem e mais um cheque de 5 mil dólares para cobrir as perdas. A ação já começou a dar resultado, um terço do dos passageiros acidentados voltou a voar pela companhia.

Não há nada que um pouco de coragem e muita competência não resolvam.

2 comentários:

RAFAEL PORTUGAL disse...

Sensacional! A competência do piloto e de quem gerenciou a crise. Que TAM e GOL aprendam algo com esse exemplo da US. E fiquei pensando... bem que poderíamos saber quem é o piloto antes de reservar lugar num voo? :P Se desse, os voos do Mr. Sullenberger viveriam lotados!

Eduardo César disse...

É verdade Rafael. Mas por outro lado, não faz muita diferença saber o nome do piloto. Afinal, nestes casos só se erra uma vez.