Quanto vale um político?

Este texto não se trata de por quanto um político se vende no Brasil e, sim, de uma iniciativa bem interessante da Corretora Souza Barros para incentivar o brasileiro a investir na Bolsa de Valores.

A corretora desenvolveu a BOVAP, Bolsa de Valores Políticos. Ela funciona como a Bovespa mas, ao contrário de empresas, são comercializadas ações de políticos. Claro, que é tudo fictício. Você começa com 50 mil unidades de valor e pode comprar e vender ações dos políticos de acordo com a oferta e procura no mercado.

A iniciativa visa familiarizar o usuário com o HomeBroker, mecanismo de compra e venda de ações pela internet e também pretende aumentar a discussão política ao mesmo tempo.

E aí, quanto você pagaria pelo seu candidato?

Tela do HomerBroker do Bovap.

2 comentários:

RAFAEL PORTUGAL disse...

Eh mesmo uma ferramenta interessante para as pessoas se familiarizarem com Home Broker. Quanto ao objetivo politico, vamos ver as reais intencoes, o que vai ser divulgado sobre cada politico pras pessoas acompanharem o que acontece na realidade e a forma como vao divulgar o sobe e desce das acoes. Observacao de redator: as seguinte frases sao maliciosas, hehehe: "Selecione a acao que vc quer comprar. No caso, o politico." " Selecione a acao que vc quer vender. No caso, o politico." O slogan da brincadeira deveria ser: Ja que muitos se vendem, chegou a sua vez de compra-los! Nao eh soh para os brokers do mensalao! E vamos ficar de olho nas eleicoes pra ver de onde vai sair o dinheiro pras campanhas.

Eduardo César disse...

Hehehehe realmente o slogan sugerido poderia funcionar bem para a Bovap.
Agora, quanto ao valor da ações de cada candidato, o preço dos candidatos que já estão no "pregão" não é estipulado, é de acordo com o mercado. É possível qe eleitores de um determido candidato comprem ações de outro e as vendam por um preço mais baixo apenas para derrubar o valor do candidato. Na verdade, até aposto que isto acontecerá.
Já quanto ao financiamento real das campanhas, é difícil perceber se será tudo dentro da lei ou não. Vamos ter que confiar nos orgãos reguladores.