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E ele não está mentindo.
A realidade é tão dura quanto esse vídeo de 2012. Espero que o livro seja tão bom quanto.
Old days
Neste segundo dia do ano, resolvi organizar a enxurrada de materiais de referência que tenho e me deparei com este vídeo, enviado por minha ex-chefe em 2007. Um vídeo engraçado, trágico e, em alguns lugares, atual.
The Break Up por geertdesager
The Break Up por geertdesager
Curiosidade infantil
O que dá para fazer com uma mídia bem posicionada, somada ao uso inteligente de tecnologia e a inocência de uma criança?
Bem, a Ogilvy criou um belo outdoor digital para British Airways. Instalado próximo aos aeroportos de três cidades britânicas, o outdoor digital tem a imagem de uma criança que acompanha a decolagem dos aviões da empresa. Simples e eficiente.
Via On d-line
Bem, a Ogilvy criou um belo outdoor digital para British Airways. Instalado próximo aos aeroportos de três cidades britânicas, o outdoor digital tem a imagem de uma criança que acompanha a decolagem dos aviões da empresa. Simples e eficiente.
Via On d-line
Perigosamente chatos
Chato não tem volume, não tem faces; é, simplesmente, plano. O que pode ser útil e necessário em determinadas situações e em vários campos da ciência mas que, na comunicação, pode significar também uma única visão, chata e muito perigosa.
Disfarçados de politicamente corretos, tentam achatar mensagens para censurar tudo aquilo que é diferente, que é contrário à própria opinião ou crença. Ser politicamente correto é bom e até socialmente necessário; tentar censurar opiniões diferentes e divergentes é um absurdo que deve ser evitado.
Dois exemplos de peças publicitárias que são, no meu ponto de vista, inofensivas e que foram alvos de reações desproporcionais - e me chamaram a atenção.
O primeiro é um anúncio criado pela Almap para a Volkswagen. Neste comercial, a superstição de que gatos pretos dão azar foi utilizada como argumento cômico, provocando diversas manifestações nas rede sociais. Não seria problema se essas opiniões fossem apenas negativas. O problema é que muitas dessas mensagens foram ofensivas e chegavam a pedir até a proibição da veiculação do comercial. Os radicais fizeram tanto barulho no facebook da empresa (isso não é piada), que a montadora resolveu retirar a propaganda do ar mostrando que, ao menos para a agência, usar gato preto dá azar.
A outra peça que foi alvo de críticas exageradas de alguns consumidores é a "Quero ver raspar", uma criação da Africa para a Gillete. Segundo o G1, 15 pessoas denunciaram a propaganda como preconceituosa contra os peludos no CONAR, que analisará a suspensão de sua veiculação.
Duas propagandas com viés cômico que provocaram reações furiosas e desproporcionais. Claro que essa é só a opinião de um publicitário peludo, que já cansou de ouvir piadinhas de amigos em volta da piscina, que tem a sorte de possuir um felino preto e que em nenhum momento se sentiu ofendido. No início achei engraçadas essas manifestações, para depois perceber o perigo por trás desses atos.
Podemos não gostar, podemos não comprar, podemos criticar. Sem ofensas, sem censura e sem chatisse.
Abaixo um vídeo que retrata bem esse nosso contexto de hiperreação.
via @Marcello_Serpa
Disfarçados de politicamente corretos, tentam achatar mensagens para censurar tudo aquilo que é diferente, que é contrário à própria opinião ou crença. Ser politicamente correto é bom e até socialmente necessário; tentar censurar opiniões diferentes e divergentes é um absurdo que deve ser evitado.
Dois exemplos de peças publicitárias que são, no meu ponto de vista, inofensivas e que foram alvos de reações desproporcionais - e me chamaram a atenção.
O primeiro é um anúncio criado pela Almap para a Volkswagen. Neste comercial, a superstição de que gatos pretos dão azar foi utilizada como argumento cômico, provocando diversas manifestações nas rede sociais. Não seria problema se essas opiniões fossem apenas negativas. O problema é que muitas dessas mensagens foram ofensivas e chegavam a pedir até a proibição da veiculação do comercial. Os radicais fizeram tanto barulho no facebook da empresa (isso não é piada), que a montadora resolveu retirar a propaganda do ar mostrando que, ao menos para a agência, usar gato preto dá azar.
A outra peça que foi alvo de críticas exageradas de alguns consumidores é a "Quero ver raspar", uma criação da Africa para a Gillete. Segundo o G1, 15 pessoas denunciaram a propaganda como preconceituosa contra os peludos no CONAR, que analisará a suspensão de sua veiculação.
Duas propagandas com viés cômico que provocaram reações furiosas e desproporcionais. Claro que essa é só a opinião de um publicitário peludo, que já cansou de ouvir piadinhas de amigos em volta da piscina, que tem a sorte de possuir um felino preto e que em nenhum momento se sentiu ofendido. No início achei engraçadas essas manifestações, para depois perceber o perigo por trás desses atos.
Podemos não gostar, podemos não comprar, podemos criticar. Sem ofensas, sem censura e sem chatisse.
Abaixo um vídeo que retrata bem esse nosso contexto de hiperreação.
via @Marcello_Serpa
Em casa de ferreiro, há momentos em que o espeto é de pau
Acredito que não há pessoas que gostem mais de publicidade do que os publicitários. Mas, até para nós, a publicidade muito intrusiva incomoda.
Descobri meu limite recentemente, quando num período de 18h recebi três mensagens de publicidade por SMS. Percebi que não há nada mais irritante do que um SMS promocional.
Não autorizei nenhuma empresa a me enviar SMS promocional e rezo para que meu número não tenha ido para numa lista de empresa que venda mailing. O fato é que nem prestei a atenção nas ofertas. Na realidade, nem acabei de ler as mensagens e respondi pedindo para retirar meu número do mailing. Por enquanto, parece ter resolvido pois nem a confirmação da retirada do meu telefone do cadastro eu recebi.
Não dá para ficar parado
Sempre ouvia que a dinâmica da comunicação para uma empresa voltada para o varejo de massa era alucinante. Confesso que desconfiava muito dessa afirmação até entrar de cabeça no maravilhoso mundo das ofertas.
Por mais que já tenha criando campanhas de varejo para banco, operadoras de telefonia celular, shopping centers, construtoras, etc, nada se compara à comunicação do varejão diário. São várias ofertas por dia, em diferentes praças, com diferentes abordagens. Prazos de criação que eram de horas, nos momentos mais críticos, se transformaram em minutos a todo o momento. Em cinco dias, já passei pelo susto e o estranhamento inicial, pela incredulidade e, agora, começo a entender todo o mecanismo.
Percebo que para realizar todos esses trabalhos é necessário fazer uma produção em massa, onde os processos devem ser bem definidos e bem executados para aproveitar o máximo o tempo produtivo.
Uma nova dinâmica de comunicação - muito maior do que o preço ofertado.
Por mais que já tenha criando campanhas de varejo para banco, operadoras de telefonia celular, shopping centers, construtoras, etc, nada se compara à comunicação do varejão diário. São várias ofertas por dia, em diferentes praças, com diferentes abordagens. Prazos de criação que eram de horas, nos momentos mais críticos, se transformaram em minutos a todo o momento. Em cinco dias, já passei pelo susto e o estranhamento inicial, pela incredulidade e, agora, começo a entender todo o mecanismo.
Percebo que para realizar todos esses trabalhos é necessário fazer uma produção em massa, onde os processos devem ser bem definidos e bem executados para aproveitar o máximo o tempo produtivo.
Uma nova dinâmica de comunicação - muito maior do que o preço ofertado.
Meta inspiradora para 2020
Sou fã declarado da Coca Cola, apaixonado pelo produto e entusiasta pela marca. E, depois de ver os dois vídeos onde Jonathan Mildenhall, Vice-Presidente Global Advertising Strategy and Creative Excellence da empresa, apresenta a visão estratégica e criativa da Coca, passei a admirar mais a instituição.
Uma meta audaciosa e inspiradora em uma apresentação simples e impecável. Veja. Vale muito a pena os 20 minutos de análise e aspirações da marca.
Via @OgilvyPRBrasil
Uma meta audaciosa e inspiradora em uma apresentação simples e impecável. Veja. Vale muito a pena os 20 minutos de análise e aspirações da marca.
Via @OgilvyPRBrasil
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Batendo os tambores
"Informação é tudo aquilo que muda o meu comportamento futuro. O resto é ruído."
Essa interessante definição sobre informação foi retirado do blog do @stephenkanitz (vale a leitura do texto).
Embora, de cara, tenho a tendência em concordar com ela, ainda não sei se essa definição é de fato uma informação ou ruído para mim.
Portanto, enquanto não decido, continuarei batendo os tambores.
Essa interessante definição sobre informação foi retirado do blog do @stephenkanitz (vale a leitura do texto).
Embora, de cara, tenho a tendência em concordar com ela, ainda não sei se essa definição é de fato uma informação ou ruído para mim.
Portanto, enquanto não decido, continuarei batendo os tambores.
O meu casamento
A combinação entre a direção de arte e o jornalismo a serviço da informação sobre o ponto de vista do designer Francesco Franchi.
Francesco Franchi: On Visual Storytelling and New Languages in Journalism from Gestalten on Vimeo.
Via ponto eletrônico
Francesco Franchi: On Visual Storytelling and New Languages in Journalism from Gestalten on Vimeo.
Via ponto eletrônico
Errar duas vezes já é...
Foi um auê na imprensa quando a Petrobras, em 2009, tornou pública todas as respostas dadas à imprensa em seu blog corporativo. A tentativa era gerenciar a crise que se instalava uma vez que a empresa era alvo de uma CPI no Congresso.
Dois anos depois, é a vez do Ministério do Trabalho publicar as respostas de emails enviados por jornalistas com questões sobre as acusações contra Carlos Luppi. A justificativa de "levar mais transparência aos questionamentos" não cola. Isso é furar qualquer reportagem, prejudicar qualquer jornalista que queira sair do lugar comum e do "oficialismo", buscando novas abordagens.
Claro que as manifestações de repúdio vieram de todos os lados. Assim como em 2009. Em comunicação, não há nada pior do que repetir estratégia errada... O blog já foi devidamente retirado do ar.
Dois anos depois, é a vez do Ministério do Trabalho publicar as respostas de emails enviados por jornalistas com questões sobre as acusações contra Carlos Luppi. A justificativa de "levar mais transparência aos questionamentos" não cola. Isso é furar qualquer reportagem, prejudicar qualquer jornalista que queira sair do lugar comum e do "oficialismo", buscando novas abordagens.
Claro que as manifestações de repúdio vieram de todos os lados. Assim como em 2009. Em comunicação, não há nada pior do que repetir estratégia errada... O blog já foi devidamente retirado do ar.
Leis
Gosto quando o conhecimento vem organizado em forma de dicas, regras, tópicos com frases de efeito. Fica fácil aprendê-lo e disseminá-lo. Por isso gostei tanto da análise do consultor Ken Milloy, da Milloy Management Consultants Inc., do Canadá, sobre comunicação interna nas empresas. São conhecimentos e orientações básicas - que a gente aprende nos primeiros capítulos de qualquer livro de comunicação interna - mas que às vezes vemos muitas empresas não conseguindo aplicá-los.
Não vou aqui listar todas (vale ler aqui, com a explicação de cada lei). Deixo só um gostinho para quem quiser saber mais:
1. Lei do Mito da Comunicação Interna - ou: Informação não é comunicação.
2. Lei da Candura - ou: Empregados são adultos. Diga-lhes a verdade e nada mais.
3. Lei da Alavancagem Estratégica - ou: Se você (ou a comunicação) não está focado na estratégia da empresa, você está jogando errado.
5.Lei da Intenção - ou: Antes de começar a comunicar, tenha claro o que precisa mudar e quais comportamentos você quer desenvolver.
Para quem gosta do assunto, o artigo é imperdível.
Dá para ser jornalista sem diploma?
O jornal Diário da Região, de São José do Rio Preto, publicou ontem 04/07 um anúncio para contratar jornalistas sem graduação específica na área. A discussão sobre a necessidade de diplomas de jornalistas é antiga, mas a grande surpresa foi um veículo de mídia admitir abertamente que não exigirá o diploma.
Procurado pelo site Comunique-se, o jornal alegou que para matérias especiais deste novo projeto, como crônicas e matérias de comportamento, não há necessidade de formação técnica de jornalista. O mais interessante é que o Diário da Região publicou, há dois anos, um editorial a favor do diploma. Matéria completa e o editorial aqui, no Comunique-se.
Procurado pelo site Comunique-se, o jornal alegou que para matérias especiais deste novo projeto, como crônicas e matérias de comportamento, não há necessidade de formação técnica de jornalista. O mais interessante é que o Diário da Região publicou, há dois anos, um editorial a favor do diploma. Matéria completa e o editorial aqui, no Comunique-se.
Simples assim
Sempre percebi uma certa dificuldade nas pessoas que estão fora do mercado de comunicação entenderem o meu trabalho. E foi com uma grande dose de admiração que vi toda a complexidade do trabalho em criação ser resumido brilhantemente em apenas 3 gráficos.
Eles foram criados pelo ilustrador Christoph Niemann e apresentados na palestra proferida pelo Creative Mornigs logo a baixo.
Semana da Comunicação
Na próxima segunda, eu e Flávia Rios, diretora da Rede Comunicação de Resultado, participaremos de um painel na 5a Semana da Comunicação da Faculdade Pitágoras. O tema é Comunicação empresarial e futuro. O que esperar dessa combinação? e vamos compartilhar com os alunos de jornalismo e publicidade vivências nos caminhos da comunicação empresarial, discutindo como os futuros profissionais podem construir seus destinos dentro da comunicação corporativa.
Dedos cruzados e frio na barriga...
Dedos cruzados e frio na barriga...
Sua agência de comunicação vale a pena?
É da The Idea Grove, uma agência de PR americana, o quiz abaixo. Ele propõe ao cliente de uma agência de comunicação empresarial parar para pensar se o que tem sido feito é realmente relevante e justificável - principalmente quando o assunto é assessoria de imprensa.
Responda sim ou não para o questionário abaixo e veja se você está fazendo seu trabalho corretamente (caso seja um colega) ou se sua agência está trabalhando direitinho (se você estiver na posição de cliente).
Algumas perguntas me saltam aos olhos, mas eu destaco a última, fundamental para que todas as outras aconteçam: será que o coração de sua agência está realmente neste trabalho, ou ela está trabalhando apenas para receber o fee mensal?
Responda sim ou não para o questionário abaixo e veja se você está fazendo seu trabalho corretamente (caso seja um colega) ou se sua agência está trabalhando direitinho (se você estiver na posição de cliente).
Um ponto para cada não respondido e eis o resultado:
1. Do you routinely catch careless typos and factual inaccuracies in agency-drafted news releases?
2. Do agency-drafted news releases typically exhibit only a superficial understanding of your business?
3. Do agency-drafted news releases too often miss the point, burying important information?
4. Does the agency ask you for ideas more often than it provides you with ideas?
5. Does the agency seem to think PR stands for "press release," churning out releases but not offering other, more creative ways to build your brand?
6. Do agency representatives get the names or titles of your company's senior executives wrong in correspondence and/or conversation?
7. Examine the media list your PR firm uses when distributing your news releases. Are there more than a few inappropriate publications or out-of-date contacts on the list?
8. Do the agency representatives who pitch your company to media on the phone have only a superficial understanding of what your company does?
9. Has the agency ever arranged a meeting with a reporter and your company's executives that didn't seem to have a well-thought-out objective?
10. Has your primary agency contact person changed more than once in the past 12 months?
11. Does your primary contact person seem inexperienced or immature?
12. When you have a problem or concern, must your primary contact generally talk with a supervisor before responding to you?
13. Does the agency send a senior executive to meet with you every couple of months to smooth over complaints about the firm's performance?
14. Does the agency miss deadlines or seem to always be scrambling at the last minute to meet them?
15. Has a journalist ever complained to you about your PR agency?
16. Are the agency's billing statements confusing, so that you're not sure exactly what you're paying for?
17. Does the agency hem and haw when asked the hourly rates of various personnel on your account?
18. Do the agency's billing statements show that more time is spent on client relations (e.g., meetings and correspondence with you) than on actual client service?
19. Does the agency boast about delivering measurable results, but then only give you a list of press mentions that mean nothing to your company's executives?
20. Does it seem like the agency's heart isn't really in it - that it's simply working to get a fee?
18-20: You have good agency relationship. Nonetheless, we recommend you discuss your "yes" answers with the agency to clear the air on those issues.
14-17: You can do better. But can you avoid the hassle of finding a new agency by improving the current relationship? It may be worth a try. Have a heart-to-heart with your agency about your concerns and gauge their response. If they seem reenergized and refocused on your account, give them another two or three months - then take this test again.
0-13: This agency is not meeting your needs. You don't trust them and they're not giving their all for you. It's time to move on.
Algumas perguntas me saltam aos olhos, mas eu destaco a última, fundamental para que todas as outras aconteçam: será que o coração de sua agência está realmente neste trabalho, ou ela está trabalhando apenas para receber o fee mensal?
Twitter e TV
Este é um dos vídeos legais compartilhados por Marcelo Coutinho, professor da FGV e diretor de inteligência mercadológica do portal Terra, dentro da discussão sobre tendências das redes sociais da comunicação.
Comparações
Infelizmente não consegui copiar o texto tal qual está no busdoor. Mas a moral da história é que fiquei atrás de um ônibus cuja traseira tinha um texto com uma mensagem mais ou menos assim: Faça como Lula e Tancredo Neves e venha ser doutor pela Universidade de Coimbra.
Assinava o anúcio uma instituição brasileira ligada à universidade portuguesa.
Assinava o anúcio uma instituição brasileira ligada à universidade portuguesa.
Storytelling
Fazer um bom vídeo institucional é tarefa para poucos: poucas empresas têm coragem de tentar algo diferente e poucas agências estão preparadas para sair do lugar comum. Por isso, descobrir um vídeo como este da Johnnie Walker - que alinha posicionamento da marca, mito da criação, produção bem feita, roteiro impecável etc etc - me fazem muito feliz. Merece um brinde.
Foto em pauta nas Minas Gerais
Sempre gostei de fotografia. Pra mim, é um jeito especial de mostrar um recorte da realidade - assim como a escrita. Bem que tentei ser fotógrafa, mas as habilidades não foram suficientes. Por isso, me orgulho de ver um festival tão bacana sendo realizado em Minas. E este ano, ao ser transferido para Tiradentes, o Foto em Pauta ganha ainda mais magia.
A programação completa e a lista dos principais fotógrafos que vão fazer brilhar o evento - de 16 a 20 deste mês - podem ser vistas aqui. E parabéns ao Eugênio Sávio, meu primeiro professor de fotografia, pela iniciativa.
A programação completa e a lista dos principais fotógrafos que vão fazer brilhar o evento - de 16 a 20 deste mês - podem ser vistas aqui. E parabéns ao Eugênio Sávio, meu primeiro professor de fotografia, pela iniciativa.
Mais uma vez
A ideia, como qualquer outro produto, precisa de matéria-prima para ser concebida. Há uma pesquisa por trás de todos os trabalhos onde elementos são selecionados para abastecer o processo criativo. E esse material de referência pode ser composto por qualquer coisa. Desde um conceito, uma obra de arte, uma construção ou uma ostra marinha. Tudo adicionado a experiência de vida de cada participante do processo.
Depois desta pesquisa, as informações são processadas e elaboradas para se chegar ao produto final. Porém, é possível que haja semelhanças com outros trabalhos. Afinal, informação como matéria-prima está, cada vez mais, disponível a todos. E é aí que aparece o problema, afinal, não importa se a semelhança foi uma infeliz coincidência ou pura má fé, o resultado será o mesmo. Ou quase...
Rio 2016 from Tátil Design de Ideias on Vimeo.
Depois desta pesquisa, as informações são processadas e elaboradas para se chegar ao produto final. Porém, é possível que haja semelhanças com outros trabalhos. Afinal, informação como matéria-prima está, cada vez mais, disponível a todos. E é aí que aparece o problema, afinal, não importa se a semelhança foi uma infeliz coincidência ou pura má fé, o resultado será o mesmo. Ou quase...
A obra de Matisse e possível inspiração para a marca Rio 2016.
A marca e ...
sua semelhante mais antiga.
Veja o vídeo da Tátil Design, criadora da marca Rio 2016 sobre esta concepção e a matéria sobre a suspeita de plágio envolvendo a marca Rio 2016 no site da Revista Exame. Particularmente, não acredito que se trate de um plágio e não acho que a semelhança com outra marca tenha diminuído a marca Olímpica recém apresentada.
Rio 2016 from Tátil Design de Ideias on Vimeo.
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