O que se come pelo mundo

Eu me lembro de ter lido esta matéria na Veja ou na Época há muito tempo e ter ficado impressionada com os dados. O tempo passou e recebi agora um e-mail com o mesmo material. Refrescou a memória e continuei impressionada. Acredito que a realidade de cada país não deva ter mudado muito... pelo menos, não para melhor.

Reparem no tamanho da família, a dieta alimentar de cada país, a disponibilidade de alimentos e a despesa com comida em 1 semana.

1 - Alemanha: Família Melander de Bargteheide. Despesa com alimentação em 1 semana: 375.39 Euros / $500.07 dólares


2 - Estados Unidos da América: Família Revis da Carolina do Norte. Despesa com alimentação em 1 semana: $341.98 dólares


3 - Itália: Família Manzo, da Secília. Despesa com alimentação em 1 semana: 214.36 Euros / $260.11 dólares


4 - México: Família Casales de Cuernavaca. Despesa com alimentação em 1 semana: 1,862.78 pesos / $189.09 dólares

5 - Polônia: Família Sobczynscy de Konstancin-Jeziorna. Despesa com alimentação em 1 semana: 582.48 Zlotys / $151.27 dólares


6 - Egito: Família Ahmed do Cairo. Despesa com alimentação em 1 semana: 387.85 Egyptian Pounds / $68.53 dólares


7 - Equador: Família Ayme de Tingo. Despesa com alimentação em 1 semana: $31.55 dólares



8 - Butão: Família Namgay da vila de Shingkhey. Despesa com alimentação em 1 semana: 224.93 ngultrum / $5.03 dólares

9 - Chade: Família Aboubakar do campo de refugiados de Breidjing. Despesa com alimentação por semana: 685 Francos / $1.23 dólares


Alguém tem idéia de quantos dólares gasta por semana com alimentação?

Também, foram crescer pra quê?

Os personagens adolescentes da Turma da Mônica ficaram tão diferentes que eu acabei confundindo a Magali com a Mônica. Graças ao Maurilo, do Pastelzinho, confusão desfeita:

- na foto do post abaixo, Magali bem magrinha. Será que continua comilona?

Todo mundo tem que crescer?


Alguém reconhece a mocinha ao lado? Basta imaginá-la mais baixinha, gorducha e com um coelhinho azul na mão...

Primeiro, foram os bichinhos da Parmalat. Agora, é a vez da Mônica e sua turma crescerem e entrarem na adolescência. Não é difícil sentir uma certa estranheza ao ver a Mônica e o Cebolinha grandinhos e a Magali mocinha.Em agosto, chegam às bancas as novas histórias da Turma da Mônica na versão adolescentes. Com estilo de Mangá (quadrinho japonês), os personagens crescidinhos ganharam ajuda de psicólogos e estudiosos do comportamento juvenil para terem suas personalidades delineadas.

Não sei, não. Acredito que alguns personagens não deveriam crescer conosco. Eles moram no nosso imaginário como crianças e deveriam permanecer assim por lá.

Reforço

Minha principal motivação para começar este blog foi me obrigar a escrever. Embora goste de escrever, sempre fui uma pessoa que dizia mais com os desenhos do que com as palavras e escrever para o Eu Consumo é uma forma encontrada para equilibrar esta equação. Acontece que não estou conseguindo escrever no ritmo que gostaria e muito menos no ritmo que um blog pede. 

Por isso, a partir de agora este blog contará com uma segunada visão sobre as relações de consumo. Liene Maciel, uma visão diferente, com formação também em comunicação, mas em jornalismo. Trabalhando também com publicidade, mas no marketing do cliente. Dividindo o mesmo computador, compartilhadno a vida e, agora, também o blog. Bem-vinda, minha gatinha.

Você não conhece o poder que tem o lado negro da força.

Poucos filmes me marcaram tanto como a série "Guerra nas Estrelas". Não pela qualidade dos filmes, é claro que nenhum desses seis filmes estão na lista dos melhores que eu já vi, mas é pela força que me atrai para tudo que se refere a esta franquia.

Uma força maior do que a decepção em ver os três últimos filmes produzidos, bem aquém de minha expectativa. E o pior, é que quando tentei rever os três primeiros filmes, eles ficaram aquém de minhas lembranças. Óbvio que os filmes não mudaram, eles continuam da mesma forma que da penúltima vez que os tinha visto. Tão pouco minhas lembranças estavam distorcidas, alguns diálogos e cenas estavam gravados em minha memória da mesma forma que eram executados pelos atores. Mas as sensações que os filmes me passavam não eram mais as mesmas de quando eu os via e revia há muito tempo, numa infância distante.

Mesmo assim, ainda vibro com os personagens dos filmes principalmente quando se transformam em atores de uma boa propaganda.


Junte-se ao poder do lado negro da força.

Num ambiente onde o poder do alvejante é sempre reconhecido, aparece um produto que mantem a força das roupas negras.

Osama Bin no Brasil

Ao menos, foi o que achou uma operadora de telefonia celular brasileira (revista época). A operadora emitiu e enviou faturas, por engano, com o nome "Osama Bin + o nome da cliente".  Claro que a consumidora em questão não gostou do apelido, e virou até motivo de brincadeiras. Por causa disso, já pede indenização por possíveis constrangimentos.

Agora, o que me intriga é como o nome do terrorista mais procurado da atualidade foi parar na fatura do cliente?  Será que foi um ato de terrorismo?

Na seca

Dizem que no Brasil não basta ser lei, ela tem que pegar para que realmente entre em vigor. Em outras palavras, tem que haver fiscalização e, para tanto, cobertura da mídia.

Isto ficou evidente com a entrada em vigor da nova lei de trânsito. Mais rigorosa com os motoristam que ingerem bebidas alcoólicas, ela corria o sério risco de ser apenas mais uma entre tantas leis escritas em papel esquecidas pela população. A lei anterior sobre o consumo de bebidas alcoólicas por motoristas já era rígida, mas como não havia fiscalização para conter os abusos caiu no esquecimento. Esta parece que vai pegar, ao menos enquanto durar a cobertura dos jornais.

Os otimistas acreditam que esta lei já pegou. Já os pessimistas, que ela não passa de uma artimanha do governo para aumentar a arrecadação em um ano eleitoral. Os oportunistas, é claro, tentam descubrir alguma forma para lucrar. O céticos, como eu, acompanham os relatos, lamentam a cerveja não bebida, mas comemoram dados como os de São Paulo onde houve queda de 19% no número de atendimento às vítimas de acidente de transito (uol). Um bom resultado, que dá pista que esta lei continuará jogando água no chopp dos motoristas por um bom tempo.

Como se pode ver, os motoristas de táxis não são os únicos a lucrarem com a nova lei.